Uma reportagem sobre o grupo em Curitiba

Oi galera!

Os antropofóquicos estão de volta! Sim, depois de período estenso longe destas paradas, cá estamos de volta.
Os “up-dates” serão vários nas próximas semanas. Fotos do teatro, making-of da temporada paulista, imagens da Parada Gay! hehehehehehehehe

Hoje, por enquanto, deixo aqui a reportagem que saiu ontem no jornal Gazeta do Povo, para todos que quiserem dar uma lida, beleza? O artigo tem alguns erros, mas foram deixados intactos em nome da nossa diversão.

Aquele abraço
Andrei Moscheto
diretor feliz de voltar pra casa do antropofocus™
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TEATRO-Antropofocus chega a São Paulo depois de conseguir maior bilheteria do Fringe 2005

COMEDIA À MODA CURITIBANA
A grande bilheteria do Fringe – mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba – ganhou uma chance na maior cidade do país. A peça Pequenas Caquinhas, que já ficou nove meses em cartaz em Curitiba e lotou oito sessões no Espaço Teatro Regina Vogue durante o FTC 2005, foi chamada para uma curta temporada em São Paulo. Foram oito apresentações no Teatro Sérgio Cardoso, desde a semana passada até hoje.

Pequenas Caquinhas é uma montagem do grupo Antropofocus, que tem quatro anos de existência. Desde a primeira peça, o grupo tem tido boa receptividade do público e da crítica. Amores & Sacanagens Urbanas ficou quase quatro anos em cartaz, revezando apresentações em Curitiba, no interior do Paraná e em outros estados. Fez tanto sucesso que ganhou uma edição especial, com uma hora a mais de duração – especial para fãs.
Assim como a primeira peça, Pequenas Caquinhas também é uma série de esquetes cômicos. Também como a montagem anterior, o texto é uma criação coletiva dos atores, realizada durante os ensaios. Mas o diretor do grupo, Andrei Mosqueto, diz que o grupo está tentando dar mais unidade às cenas, além da consonância temática que já existe entre eles.

Moscheto também faz questão de dizer que nenhum dos dois espetáculos tem qualquer caráter de apelação. “É curioso, porque os nomes sugerem um humor mais fácil, apelativo, mas nunca fazemos isso”, diz o diretor, que também atua. Além dele, o Antropofocus é formado por mais sete atores. São eles Danilo Correia, Jully Mar, Anderson Lau, Jairo Bankhardt, Marcelo Rodrigues, Vítor Hugo e Anry Aider. Também participam o sonoplasta Célio Savi e a produtora Nani Senicek.

São Paulo

A notícia do convite para ir a São Paulo foi um estímulo para o grupo, que ainda ganhou apoio do Festival de Teatro de Curitiba para a viagem e acabou atraindo a atenção da imprensa paulistana. “Conseguimos um bom público na primeira semana, mesmo competindo com um milhão de espetáculos que estão em cartaz em São Paulo ao mesmo tempo”, conta a produtora Nani Senicek, a única mulher envolvida no projeto.

A experiência deu certo e o grupo, que já tinha costume de viajar para o interior de Minas Gerais com suas apresentações, pensa em repetir ainda esse ano a dose em São Paulo. Convite já existe. As viagens, aliás, passam a concorrer com os planos de fazer novas temporadas na Curitiba de onde o grupo vem.

Mas não é só a turnê que vem tomando a agenda do Antropofocus. Além das apresentações, eles estão ensaiando uma montagem inédita e fazendo novos projetos. Entre eles, está um site de humor na página do grupo (www.antropofocus.com.br) e um projeto de comédia musical. “Estamos fazendo um tipo de humor diferente. Não queremos fazer algo parecido com o Diogo Portugal, por exemplo”, diz Moscheto. “Não queremos pegar carona no sucesso dos outros”, fala.

Enquanto isso, todos os integrantes do grupo também levam sua “vida civil”, como eles mesmo dizem. Os 75% da bilheteria que eles repartem entre si – os outros 25% formam caixa para futuras montagens – ainda não são suficientes para manter as contas de nenhum deles pagas em dia. Todos têm outros empregos. De professor de teatro, como é o caso de Moscheto, a professora de História, como é o caso de Jully Mar.

Porcos depravados

A nova montagem do grupo, que já está sendo ensaiada, embora não tenha um título definitivo, será a primeira em que eles contarão uma história com começo, meio e fim. Será uma comédia – como não poderia deixar de ser no caso de um grupo que se diz influenciado por gente como o grupo inglês Monty Python, os argentinos dos Les Luthiers e os brasileiros dos Parlapatões.

O título provisório do projeto é Porcos Sujos, Malditos e Depravados. Mas, de novo, Moscheto insiste que não se trata de uma apelação. “Fazemos humor inteligente, com muita improvisação, provocando a platéia para que ela use a imaginação”, diz o diretor. Como em todos os outros casos, será uma criação coletiva. “Cada um de nós tem mais conhecimento de um tipo de humor. Tem gente que gosta de circo, de humor corporal, e há quem goste mais de fazer piadas com texto. Juntamos tudo isso e sai o que queremos”, fala o diretor.

Rogério Waldrigues Galindo

 

Anderson Lau: PAPAI???

Sexta feira. Depois da peça. Eu, rouco. O Lau: papai.

Vocês acham que é mentira? Ou, pra usar uma expressão do grupo antropofocus™: vocês acham que é lambari? Não é não.
Estávamos indo dar uma entrevista na rádio Jovem Pan. A turma animada, querendo chegar cedo, fizemos um lanche rápido pós-peça e vamos lá pegar condução pra Avenida Paulista. Nesse instante o Lau pára num telefone público. Todos indo em frente e ele lá, parado. Eu e mais alguém esperamos. Lá vem ele, passo rápido, chega perto e, com uma expressão lívida diz: eu vou ser papai.
Claro que a gente olhou pra ele e falou: você acha que vamos cair num lambari tãããão básico? Mas ele ficou seríssimo, coisa que só acontece com essa criatura quando falamos de dinheiro. Explicou sobre a mudança de tratamentos anti-conceptivos, sobre que algo igual acontecera a sua irmã. Era de verdade.
As reações do grupo?
- Massa!
- Aê, mais um chinês! Um bilhão e um!
- Como assim? O Lau também faz essas coisas?
- Putz, cagaaaada!
Fomos indo pra Jovem Pan, enquanto um processo de amadurecimento rapidamente sucedia no nosso companheiro. Pensamentos profundos sobre os futuros cuidados da criança, sobre fraudas, sobre trabalho árduo, sobre mudanças no consumo de roupas e outros que os meus companheiros de grupo farão questão de se lembrar nos comentários abaixo.
Você ainda está achando que eu estou tentando dar um lambari em vocês? Que nada! Quem deu o lambari do ano foi a Rossana, namorada do lau, e a dona Elvira, a mãe da criança. Este artigo é pra agradecer essas duas pela incrível habilidade ao mentir e por terem proporcionado tanta diversão a todos nós em nossa temporada paulista.

Aquele abraço

 

Divulgação nua e crua

Olá.

O título do artigo diz tudo. Estamos colocando essa imagem aqui a disposição, caso você possa nos ajudar com a divulgação da nossa peça em São Paulo. Eu não sei se vocês sabem de toda a história da nossa viajem e a razão de ser tão repentina.

O Festival de Teatro queria levar um dos destaques do Fringe pra São Paulo, como uma continuação do evento e apoiando artistas locais. Foi selecionado um outro grupo daqui de Curitiba pra viajar, mas no último minuto eles desistiram por problemas técnicos.
Foi nesse momento que o antropofocus™ foi chamado. Tivemos que mudar a vida de todo mundo do grupo, inclusive cancelar o mais rápido possível alguns compromissos – coisa que este grupo nunca faz, mas a oportunidade era(é) única.
Queremos agradecer e nos desculpar publicamente com a CIA do Abração (vai ser em junho a conversa, prometemos!) e com o Emerson de Foz do Iguaçu. A compreensão de vocês e o incentivo serão lembrados.

Aquele abraço

 

O futuro da comédia dentro do grupo antropofocus™

Se você é dessas pessoas que dá uma passadinha aqui de vez em quando, já pode reparar que os integrantes que sempre contribuem para a manutenção do site estão se divertindo fazendo suas animações. Alguns com menos sucesso, outros sem nenhum.
Isso é uma das provas que este grupo é feito de pessoas que gostam de desafios. Há um ano atrás, quando descobrimos que o Photoshop podia ser usado pra fazer coisas mais complexas que diminuir tamanho de foto, estávamos loucos brincando com essa ferramenta. A bola da vez é o Flash! Estamos começando a brincar de fazer animações, ou seja, coisas mais complexas virão!!!

Aguardem
Aquele abraço
do diretor que não sabe ainda mexer com esse “tar” de Flash

 

Por que fazemos humor?

Por que escolhemos o humor pra falar com o mundo? A razão é simples.
De certo modo, acreditamos que podemos melhorar o mundo, mesmo que seja pelo pequeno período de diversão que a pessoa terá assistindo a nossa peça.
Existe um exercício de hipocrisia, quando você pede pra alguém fazer alguma coisa que você mesmo não faz. Coisa muito comum em peças carregadas de moralidade barata.
Com humor, a possibilidade desse tipo de discurso aparecer é mesno provável. Usamos da nossa auto-exposição pra mostrar o ridículo da situação, ou seja:

mire-se no meu mau exemplo e faça coisa melhor!!!

Aquele abraço
do diretor cheio de maus exemplos ao seu redor no antropofocus™

 

Já faz um tempão…

Já faz um tempão que começamos a trabalhar com a peça PEQUENAS CAQUINHAS. No começo a idéia era que todas as improvisações engraçadas que aparecessem na sala de ensaio e que não pudessem ir para uma das nossas peças iriam virar uma caquinha. Mas não foi bem isso que aconteceu.
Com todos focados em criar breves momentos de humor, PEQUENAS CAQUINHAS virou uma peça de comédia que abusa de todos os recursos teatrais. Mais de uma vez escutei que a nossa comédia era “boa pra bar”, um lugar mais relax. Discordo completamente. Esta é a peça que precisa da “caixa italiana”, do teatro com cortina, luz e som. Precisa, inclusive, para expandir cada um desses conceitos.
Exatamente o contrário da nossa primeira peça – AMORES & SACANAGENS URBANAS – que tinham como diretriz que, se não tivéssemos no teatro, se não tivesse luz, som ou cortina, o espetáculo aconteceria do mesmo jeito, porque era exclusivamente calcada no ator.
Olhando agora, depois de termos feito ambas as peças e ver como se completam, só posso ficar feliz pelo bom início do nosso grupo, e continuar trabalhando para que as peças futuras agradem ao público tanto quanto agradam a nós em fazê-las.

Aquele abraço
do diretor do antropofocus™ em fase de auto-preparação para o último final de semana no Festival de Teatro de Curitiba

 

O Primeiro Final de Semana do Festival de Teatro de Curitiba

Essa matéria não é pra se gabar do sucesso que foi o nosso primeiro final de semana durante o festival. É pra pedir desculpas pras pessoas que ficaram do lado de fora, inclusive a autora da foto.
Desculpasdesculpasdesculpasdesculpas
Estou digitando isso ajoelhado no milho, em penitência por este pecado.
Agora, uma breve análise sócio-dramática: por que lotamos?
O Festival de Teatro de Curitiba, com a sua grande campanha de marketing e sua regularidade anual, acaba atraindo bastante gente que não vem regularmente ao teatro e essa é uma das principais razões da nossa lotação esgotada. Mas a razão mais importante, e que deixa todos no grupo felizes e orgulhosos, é o fato de vocês que passeiam por este site, e que já viram uma das nossas peças, falarem pros amigos, parentes e afins para irem assistir a gente.
As vendas pro segundo fim de semana caminham na mesma direção, inclusive na quinta feira por causa do feriado.
Mais uma vez estamos aqui, perante vocês, muito agradecidos pela continua colaboração, pela divulgação do nosso grupo.

Aquele abraço antropofóquico
do diretor do antropofocus™ que ganhou de presente de aniversario um excelente final de semana de estréia no Festival de Teatro de Curitiba

 

Abrem-se as cortinas do novo site

Editorial

AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!

Tá sentindo? Tá sentido???
Cheiro de site novo! hehehehehehe
Fazia já um tempão que estávamos tentando mudar a nossa casa na internet. O site antigo tinha pouca interatividade com quem entrava, não dava possibilidades de serem inseridas outras formas de mídia – leia-se animações – e, francamente, todo aquele preto às vezes dava baixo astral, né?
Por isso agora estamos numa casa nova. Algumas coisas importantes, que se você já deu uma volta no site deve ter reparado:
1) As Colunas: ainda não tem as colunas de todo mundo, mas elas vão estar aqui. Um jeito mais fácil de organizar a quantidade de bobagens que o pessoal tem para publicar. O maior adicional é que agora você pode deixar a sua opinião, um comentário, uma gracinha sob a notícia.
2) O Grupo: pequenas biografias da galera do antropofocus™. Até o mês de abril esta parte deve ser aumentada, trazendo outros detalhes sobre os integrantes, como o grupo começou e o processo de criação das peças.
3)Espetáculos: desculpa aí, sei que não tem nada, mas vai ter, na semana que vem, informações e fotos das nossas peças.
4) Mídia: é um link que vai estar a disposição de produtores e jornalistas, com material sobre os projetos do grupo, releases, fotos, necessidades para viajar.
5) Downloads: é onde vamos deixar os vírus! hehehehehehehe
Você vai poder baixar wallpapers, animações, músicas e santos deste link.
6) Contatos: fale conosco diretamente, se não bastar deixar recado nas nossas mensagens.
7) Enquete: pra fazermos pesquisa da opinião de vocês. Uma enquete nova por semana.
icon cool Abrem se as cortinas do novo site Agenda: talvez uma das novidades mais importantes. Agora vai ser fácil de vocês saberem o que estamos fazendo e aonde. Basta clicar nos dias que estão marcados e descubra qual é a nossa programação.

Ufa! Por enquanto é isso. Vocês acham que acabou? Agora, além de completar as partes deste site que estão faltando, já temos que começar a planejar o outro. Só pra trazer surpresas pra vocês de tempos em tempos. Afinal, a gente quis mudar isso aqui pra que vocês continuassem a visitar a nossa casa na internet.

Aquele abraço