<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Andrei &#187; Workshop</title>
	<atom:link href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/workshop/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 05 May 2012 14:23:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Uma lição sobre improvisação: &#8220;Elogie do jeito de ser&#8221;, um texto de Marcos Meier</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 14:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Improviso]]></category>
		<category><![CDATA[Marcão]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Meier]]></category>
		<category><![CDATA[Meier]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1233</guid>
		<description><![CDATA[Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento. Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento.</p>
<p>Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o universo dos improvisadores e atores. Segue o texto:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000">Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante</span><a href="http://www.marcosmeier.com.br/colunas.php?id=19#_ftn1">[1]</a><span style="color: #000000">. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” &#8230; e outros elogios à capacidade de cada criança.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” &#8230; e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.</span></p>
<p><span style="color: #000000">As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.</span></p>
<p><span style="color: #000000">A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.</span></p>
<p>No entanto, isso não é tudo. <span style="color: #000000">Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo&#8230; você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram&#8230; você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito  legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #000000"><br />
</span></p>
<p>Creio que o talento dos atores e improvisadores* realmente possa ser um ponta-pé inicial muito importante para a carreira ou para o interesse inicial em projetos artísticos, mas se ficamos presos aos elogios sobre o nosso ofício, em vez de buscarmos os novos desafios, estaremos sempre empacados no mesmo ponto.</p>
<p>Obrigado ao amigo, professor e casamenteiro Marcos Meier pelo texto.</p>
<p>Para saber mais sobre Marcos Meier, visite a sua página clicando <strong><a href="http://www.marcosmeier.com.br/index.php" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*comecei a distinguir atores e improvisadores pela quantidade de profissionais liberais que não atores, mas são improvisadores</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/16/um-brasileiro-campeao-do-micetro-no-loose-moose-theatre/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/16/um-brasileiro-campeao-do-micetro-no-loose-moose-theatre/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 00:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1153</guid>
		<description><![CDATA[Na sexta-feira, dia 15 de julho de 2011, um brasileiro foi campeão do Micetro em pleno Loose Moose, antológico teatro onde Keith Johnstone experimentou formas de ensinar e de jogar improviso por mais de um quarto de século. E este brasileiro é joinvillense, morador de Curitiba e diretor do Antropofocus™. Chique, né? Vamos por partes,&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1154" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/micetro.jpg"><br />
<img class="size-full wp-image-1154   " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/micetro.jpg" alt="micetro Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" width="590" height="393" title="Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" /></a><p class="wp-caption-text">Segurando a nota de Cinco Dólares Canadenses do prêmio do Micetro -  foto de Elídio Sanna</p></div>
<p style="text-align: justify">Na sexta-feira, dia 15 de julho de 2011, um brasileiro foi campeão do Micetro em pleno Loose Moose, antológico teatro onde Keith Johnstone experimentou formas de ensinar e de jogar improviso por mais de um quarto de século. E este brasileiro é joinvillense, morador de Curitiba e diretor do Antropofocus™. Chique, né?</p>
<p style="text-align: justify">Vamos por partes, amigos leitores: o que é Micetro? É um formato bem simples de teatro competitivo. Um grupo de atores, que pode chegar até 20 participantes ou mais, vai ser escolhido aleatoriamente para fazer cenas em grupo. Ao final de cada cena, os atores recebem notas em forma de aplausos, que são colocadas num painel. Ao final de cada rodada, quando todos os atores apresentaram suas cenas, os atores com menos pontos são eliminados da apresentação, enquanto os outros continuam.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo normalmente tem dois diretores que conduzem as cenas e ajudam os atores a corrigir problemas, caso a cena esteja emperrada, perdida, enrolada. A função deles no espetáculo é fundamental, tanto pro público como para o aprimoramento dos atores.</p>
<p style="text-align: justify">A melhor parte do Micetro (a pronúncia é &#8220;Maestro&#8221;) é que ele é um formato competitivo de improviso que elimina certos aspectos negativos da competitividade. As pessoas que estão em cena não querem que seus companheiros de cena percam, porque é o conjunto que ganha a cena. Ajuda muito o fato de que a figura de fora não é um juiz, que decide se foi falta, ou coisas do gênero, mas um diretor que quer cooperar com o crescimento da cena.</p>
<p style="text-align: justify">Essa última serve para nos lembrar do nosso sistema de ensino. Quais foram os seus grandes professores? Aqueles que apontavam quando você errava ou aqueles que te mostravam como você poderia melhorar aquilo que você já estava fazendo?</p>
<p style="text-align: justify">Eu ganhei a apresentação de ontem a noite. Talvez eu tenha sido o primeiro brasileiro a ganhar um Micetro em pleno Loose Moose (talvez não, já que tanta gente já passou por aqui). Isso quer dizer exatamente o quê, em termos pessoais? Que eu sou um improvisador ninja, capaz de &#8220;derrotar&#8221; outros improvisadores excelentes? Que o meu curso com o Keith Johnstone valeu a pena, pois agora eu até ganho formatos competitivos? Que nada! Isso quer dizer que meus companheiros de cena foram extremamente generosos e tive mais uma noite de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify">Valeu, Loose Moose Theatre. Vou sentir saudades.</p>
<p style="text-align: center">
<div id="attachment_1157" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/Backstage-Loose-Moose-Theatre.jpg"><img class="size-full wp-image-1157   " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/Backstage-Loose-Moose-Theatre.jpg" alt="Backstage Loose Moose Theatre Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" width="590" height="393" title="Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" /></a><p class="wp-caption-text">Nas coxias do Loose Moose Thetre - foto de Daniel Nascimento</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/16/um-brasileiro-campeao-do-micetro-no-loose-moose-theatre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Workshop de improvisação com Keith Johnstone &#8211; II</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 07:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1109</guid>
		<description><![CDATA[Bom, eu tinha prometido pra mim mesmo &#8211; e para a Lala Bradshaw! &#8211; que escreveria um post por dia, para deixar registrada a experiência canadense. Eu sou muito feliz em saber da vasta compreensão e misericórdia que encontro nos amigos aqui, porque realmente não tem jeito. Nem todo os dias são para escrever no&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1110" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/O-mestre-e-o-pupilo.jpg"><img class="size-full wp-image-1110 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/O-mestre-e-o-pupilo.jpg" alt="O mestre e o pupilo Workshop de improvisação com Keith Johnstone   II" width="504" height="336" title="Workshop de improvisação com Keith Johnstone   II" /></a><p class="wp-caption-text">O mestre e eu, foto do amigo canadense Bryan MacLeod</p></div>
<p>Bom, eu tinha prometido pra mim mesmo &#8211; e para a Lala Bradshaw! &#8211; que escreveria um post por dia, para deixar registrada a experiência canadense. Eu sou muito feliz em saber da vasta compreensão e misericórdia que encontro nos amigos aqui, porque realmente não tem jeito. Nem todo os dias são para escrever no blog, mas tem bastante coisa escrita no caderninho.</p>
<p>O maior problema dos dias de aula é cômico, de tão trágico: são tantas portas de conversa se abrindo, de uma hora para a outra, para dar uma nova percepção a um exercício que você já fazia no Brasil. Fica impossível de seguir tudo, anotar todos os detalhes. Então regresso mentalmente para os ensinamentos das aulas de ki-aikido: aproveite o momento, o conhecimento vem na sequência. Ou, nas palavras sábias de Oogway, no filme Kung Fu Panda: o passado é história, o futuro é um mistério, mas o agora é uma dádiva. Por isso é que é chamado de presente.</p>
<p>No presente, estou aproveitando o curso. Na sequência, virão textos sobre alguns tópicos para o blog.</p>
<p>Querendo ver os outros artigos sobre essa viagem é só clicar <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/canada/">AQUI.</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Workshop de Improvisação na FAP &#8211; Faculdade de Artes do Paraná</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/23/workshop-de-improvisacao-na-fap-faculdade-de-artes-do-parana/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/23/workshop-de-improvisacao-na-fap-faculdade-de-artes-do-parana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 19:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1081</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada ministrei um workshop de improvisação na FAP. Ensinar é, desde muito tempo, uma prática efetiva na minha vida para aprender conceitos novos num nível mais profundo. Funciona quase sempre. Você estuda coisas que são interessantes, que captaram a sua atenção, e tenta repassá-las da melhor maneira possível. Creio que esta é isto&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada ministrei um workshop de improvisação na FAP. Ensinar é, desde muito tempo, uma prática efetiva na minha vida para aprender conceitos novos num nível mais profundo. Funciona quase sempre. Você estuda coisas que são interessantes, que captaram a sua atenção, e tenta repassá-las da melhor maneira possível. Creio que esta é isto que atrai as pessoas ao magistério: poder passar um pouco daquilo que amam para outras pessoas.</p>
<p>Portanto, dar aulas de improviso são uma oportunidade para aprender mais sobre esta arte. Neste semestre tive duas oportunidades e espero poder repetir a experiência no segundo semestre.</p>
<p>O workshop da semana passada foi dentro da Mostra da Faculdade de Artes do Paraná e teve dois desafios de última hora bastante interessantes. Eu havia me preparado para um workshop com alunos da FAP exclusivamente. Como já fui aluno e professor da instituição, sabia mais ou menos qual era o perfil dos alunos de lá e preparei um workshop de três dias para eles. E, de cara, no primeiro momento de aula, tive duas surpresas: tínhamos alunos da FAP, de outras instituições, alunos sem experiência prévia com teatro e um aluno cego. Ou seja, os exercícios focados em interpretação para os atores já com a prática da faculdade e jogos com estímulos visuais caíram de imediato.</p>
<p>De novo, aprendi o valor de um dos conceitos comuns em improvisação: comece sem expectativas. Isso impedi qualquer frustração apareça, ou que você congele frente a um problema. O melhor é saber que esses alunos que não eram da faculdade não me trouxeram um problema, eles me deram uma oportunidade única de ter que readaptar tudo para que fosse possível dar a melhor aula para eles. Com isso, o workshop correu bem &#8211; vou mandar o link do artigo para alguns dos alunos e talvez eles possam dar para vocês uma opinião mais honesta.</p>
<p>Senti falta da apresentação no final do workshop, pois no anterior, ao final de uma semana, fizemos uma apresentação de impro aberta a comunidade. Foi uma maneira dos próprios alunos sentirem a diferença dos conceitos trabalhados em sala de aula com a adrenalina da apresentação, o fato de ter que lidar com as expectativas próprias, dos colegas de palco e da platéia (as expectativas da platéia são, em grande parte, falsamente criadas na nossa cabeça, mas isso é tópico para outro artigo).</p>
<p>Registrei um dos jogos de &#8220;E Agora?&#8221; com os alunos do workshop e coloquei aqui só para vocês conhecerem a turma. Obrigado pela atenção ao artigo e logo mais teremos outros!</p>
<p>
<!-- Artiss Code Embed v1.6.1 | http://www.artiss.co.uk/code-embed -->
<iframe width="672" height="412" src="http://www.youtube.com/embed/iOgsynuEHCk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- End of Artiss Code Embed code -->
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/23/workshop-de-improvisacao-na-fap-faculdade-de-artes-do-parana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

