<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Andrei &#187; Teatro</title>
	<atom:link href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/teatro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 05 May 2012 14:23:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Filmes 3D &#8211; Agora eu entendo pra quê!</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/27/filmes-3d-agora-eu-entendo-pra-que/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/27/filmes-3d-agora-eu-entendo-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 15:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Avatar]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria de Titãs]]></category>
		<category><![CDATA[James Cameron]]></category>
		<category><![CDATA[Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Pina]]></category>
		<category><![CDATA[Pina Bausch]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1296</guid>
		<description><![CDATA[Da primeira vez que vi um filme 3D foi no tempo do óculos vermelho e azul. Foi num dos falecidos cinemas de um shopping de Curitiba (é engraçado lembrar que era um cinema de shopping que tinha pouco público, porque os cinemas de rua arrematavam todo mundo). Certa hora, durante o filme, a atriz colocava&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da primeira vez que vi um filme 3D foi no tempo do óculos vermelho e azul.</p>
<p>Foi num dos falecidos cinemas de um shopping de Curitiba (é engraçado lembrar que era um cinema de shopping que tinha pouco público, porque os cinemas de rua arrematavam todo mundo). Certa hora, durante o filme, a atriz colocava o óculos 3D no filme e a gente fazia o mesmo. Uma festa, para um pré-adolescente, era um filme de terror 3D. Uma festa que durou um minuto e pouco.</p>
<p>Neste breve momento, foi divertido ver a motosserra vindo na nossa direção. Super legal, gritos das pessoas no cinema, viva. Mas era um momento parque de diversões, e mais nada. Chato esperar pelo 3D e ter só aquilo. Fiquei decepcionado, de verdade.</p>
<p>Quando a tecnologia nova do 3D surgiu nos cinemas &#8211; e em algumas tevês &#8211; estava um pouco receoso que fosse o mesmo efeito brochante que tive no filme do Jason. Mas não foi, pelo contrário. Era uma animação, chamada <strong>Bolt, o Supercão</strong>, e o 3D fez com que os desenhos na telona de cinema tivessem um novo sentido. Depois teve <strong>Avatar</strong>, que também era uma experiência estética e cinestésica incrível, dentro do universo 3D (eu revi na &#8220;versão normal&#8221; durante uma viagem e já não achei grande coisa). Depois, ainda movido pelo novidade, fui ver <strong>Fúria de Titãs</strong>, que era um engôdo (o 3D era mais mequetrefe que o do Jason). Mas ainda queria saber para que tinha sido feita essa tecnologia, fora do efeito parque de diversões.</p>
<p>Afinal, o comentário geral do 3D era sempre &#8220;nossa, parece que tá saindo da tela&#8221;, ou ainda &#8220;isso é verdade?&#8221; Eu estava curioso para descobrir em que momento a tecnologia nova realmente serviria para abri novos caminhos.</p>
<p>Ontem eu descobri: Pina.</p>
<p>
<!-- Artiss Code Embed v1.6.1 | http://www.artiss.co.uk/code-embed -->
<iframe width="672" height="372" src="http://www.youtube.com/embed/CNuQVS7q7-A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- End of Artiss Code Embed code -->
</p>
<p>O filme mostra uma narrativa coreografada da grande criadora do teatro dança Pina Bausch. Suas coreografias ganham vida tanto pelos corpos quanto pelos relatos dos artistas que trabalharam com ela. Somos convidados a ver coreografias em palcos, em espaços abertos, em estúdios, sempre revelando a beleza do movimento do corpo humano <strong>quando esta carregado de significado</strong>. Dá muita vontade de ver uma das coreografias de Pina Bausch ao vivo. Mas, de certo modo, o 3D esta proporcionando isto a você.</p>
<p>Não é mais o retrato dinâmico do que seria uma coreografia, ela realmente tem a profundidade e os contornos reais do corpo. A experiência de estar na plateia de um ensaio ou de uma coreografia de Pina Bausch se acentua de tal maneira, que é mais plausível imaginar o que as pessoas sentiram, há mais de um século atrás, fugindo do cinema quando viram na tela um trem vindo na sua direção.</p>
<p>Já aviso que, ao contrário de Avatar, a experiência de ver o filme na &#8220;versão normal&#8221; não destruirá a sua experiência cinematográfica. Ao contrário dos personagens azuis de James Cameron, as coreografias de Pina Bausch foram feitas com a intenção de mostrar que o ser humano, em sua veracidade, tem três dimensões. Ou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/27/filmes-3d-agora-eu-entendo-pra-que/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resta 1 &#8211; Um projeto que agrega</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/18/resta-1-um-projeto-que-agrega/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/18/resta-1-um-projeto-que-agrega/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Barbixas]]></category>
		<category><![CDATA[Cia dos Palhaços]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Totino]]></category>
		<category><![CDATA[Improviso]]></category>
		<category><![CDATA[Keith Johnstone]]></category>
		<category><![CDATA[Shanw Kinley]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1277</guid>
		<description><![CDATA[Hoje faz três dias que terminou mais uma experiência de uma semana de workshop de improvisação seguida de uma apresentação de RESTA 1, o nome que damos a versão de MICETRO IMPRO™, de Keith Johnstone, aqui em Curitiba. Deu vontade de parar um pouco no computador e refletir sobre esse caminho até aqui. A primeira&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/resta1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1278" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/resta1-300x300.jpg" alt="resta1 300x300 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="300" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a>Hoje faz três dias que terminou mais uma experiência de uma semana de workshop de improvisação seguida de uma apresentação de RESTA 1, o nome que damos a versão de MICETRO IMPRO™, de Keith Johnstone, aqui em Curitiba. Deu vontade de parar um pouco no computador e refletir sobre esse caminho até aqui.</p>
<p>A primeira vez que Daniel Nascimento (Barbixas/SP) e eu conversamos sobre trazer o MICETRO IMPRO™ para o Brasil era uma ideia de como poderíamos unir a vontade de ter um projeto que fosse pedagógico e artístico ao mesmo tempo. Afinal, foi isso que nos encantou quando vimos o projeto ao vivo no Canadá, enquanto fazíamos um workshop com o mestre Keith Johnstone em pessoa (se não sabe quem é, NÃO procure na Wikipedia que lá esta errado). Era uma noite de teatro em que subiam, em pé de igualdade no palco, atores com décadas de experiência e amadores com poucas semanas de teatro, todos atuando juntos. Não era algo acidental ou ocasional, fazia parte de uma filosofia inicial que respeitava essa amálgama de experiências e confiava no fato de que essa mistura tem tudo pra dar certo.</p>
<p>Mas será que dá certo fora do Canadá, coordenado por dois improvisadores com pouca experiência no formato?</p>
<p>Daí pra frente é que &#8220;a coisa&#8221; começa de verdade.</p>
<p>Ao voltar para Curitiba e compartilhar as minhas vontades com o Antropofocus™, começamos com o projeto berçário de improvisos de cena que foi o Improfocus™ (é um projeto que pode voltar a qualquer momento, quando estivermos fazendo cenas improvisadas apenas com integrantes do grupo e poucos convidados). Ele trouxe para nós um pouco do frio na barriga que é improvisar ao vivo junto com os outros integrantes do grupo. Também rendeu a descoberta de como fazer a produção de um trabalho como este (é, amiguinhos, no mundo fora de Holywood a gente tem que se virar com isso também). A parceria com a Cia dos Palhaços, tanto no espaço quanto com o grande elenco, fez com que no final de outubro fizemos algo chamado IMPROFOCUS™ Especial, que era quase que um MICETRO IMPRO™, mas ainda não com todos os detalhes. E deu certo! O público gostou, os improvisadores ficaram felizes, tudo certinho. Então, agora, quem sabe podemos dar um passo maior que a perna?</p>
<p>Durante a volta para o Brasil e a organização desse período inicial, consegui produzir para o Brasil duas oficinas com mestres canadenses, que trabalham diretamente com Keith Johnstone e que tem uma conexão forte com este tipo de trabalho: para novembro de 2011 Shawn Kinley e para abril de 2012 Frank Totino. E tanta coisa aconteceu entre uma oficina e outra.</p>
<p>Tudo a seu tempo. Primeiro devo dizer que tenho a sorte de morar em uma das cidades fora do eixo Rio-SP que tem um número grande de improvisadores interessados em trabalhar com esta técnica e de evoluir em seu trabalho. O projeto RESTA 1 não seria possível sem este material humano.</p>
<div id="attachment_1282" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/shawn.jpg"><img class="size-medium wp-image-1282" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/shawn-300x199.jpg" alt="shawn 300x199 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="199" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a><p class="wp-caption-text">Shawn Kinley</p></div>
<p>Tivemos o workshop com o primeiro canadense. Shawn Kinley é um profissional incrível. Durante os três dias de workshop ele nos forçou a encarar o universo da cena com maior amplitude, não diminuir as possibilidades narrativas e a localização especial porque a cena era improvisada, estar presente e levar a história adiante. Foi com a direção dele e do Daniel Nascimento que fizemos o nosso primeiro MICETRO IMPRO™ em Curitiba. Em novembro do ano passado a nossa versão ainda se chamava &#8220;Teste de Elenco&#8221; e tinha a seguinte linha de espetáculo: vários improvisadores estão disputando o papel principal em um grande filme e a plateia são os produtores deste longa metragem. Portanto, são eles que vão decidir quem será o nosso ator principal ao final da noite. Durante aquele primeira noite, tivemos grandes surpresas. Tivemos a certeza, Daniel e eu, que tínhamos começado com um projeto incrível, mas que não sabíamos detalhes importantes sobre ele ainda. Algo parecia levemente fora do lugar.</p>
<p>Entre novembro de 2011 e abril de 2012 apresentamos RESTA 1 mais 6 vezes, todas elas com a mesma perspectiva: para um improvisador participar do projeto, ele teria que participar dos ensaios anteriores a apresentação. Dentro deste período algumas coisas aconteceram. Primeiro, mudamos o nome de &#8220;Teste de Elenco&#8221; para RESTA 1 definitivamente. Em uma das nossas apresentações em Dezembro de 2011, um amigo meu chegou na bilheteria para comprar ingresso e teve esta conversa com o bilheteiro do teatro:</p>
<p>Amigo &#8211; Oi, eu gostaria de comprar um ingresso para a peça.</p>
<p>Bilheteiro &#8211; Olha, hoje não tem peça não. O grupo tá fazendo um teste de elenco aí hoje.</p>
<p>Quando até o bilheteiro do teatro não sabe o que o nome do seu espetáculo significa, você pode ter certeza de que fez a escolha errada.</p>
<p>Também tiramos todas as questões em relação ao TESTE em si, porque na versão original, o MICETRO IMPRO™ é uma disputa de mentira. Não importa quem ganha, não importa o finalista. O que importa são as cenas feitas naquela noite.</p>
<div id="attachment_1281" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/frank.jpg"><img class="size-medium wp-image-1281" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/frank-300x198.jpg" alt="frank 300x198 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="198" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a><p class="wp-caption-text">Frank Totino</p></div>
<p>Se eu fosse resumir os dois workshops internacionais que tivemos em Curitiba, que parece coisa de entrevista piegas de televisão, eu diria que o workshop com Shawn nos abriu para as infinitas possibilidades que a cena improvisada nos trás, e o workshop com Frank nos mostrou que é possível, para qualquer um de nós, improvisar bem: basta pensar no outro.</p>
<p>O melhor de tudo isso foi poder parar para pensar no RESTA 1 hoje e perceber o quanto ele é agregador. Ele trouxe para perto muitas pessoas talentosas, com quem não não tínhamos tido a oportunidade de trabalhar. Ele possibilita um intercâmbio dinâmico com profissionais do mundo todo. É um projeto de improviso que não descarta o conhecimento teatral, pelo contrário, ele requer boas interpretações. E, principalmente, é um projeto pronto para receber quem ainda não tem experiência, mas tem vontade de estar no palco.</p>
<p>Obrigado a todos os amigos que participaram deste começo de história. Espero a sua companhia durante o resto dela.</p>
<p>Semana passada chegou o segundo professor canadense. Frank Totino fez um workshop em que você estava sempre voltado ao outro improvisador, em como trazer a cena para que seu companheiro de palco estivesse bem e feliz de estar ali com você. Foi com a direção dele e minha que fizemos o nosso último MICETRO IMPRO™ (até o momento deste artigo) e que foi novamente uma grande momento de descobertas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/04/18/resta-1-um-projeto-que-agrega/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A inspiração irônica</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/02/28/a-inspiracao-ironica/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/02/28/a-inspiracao-ironica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Cartoon]]></category>
		<category><![CDATA[Charge]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Montagem]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Adolf Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Caraguatatuba]]></category>
		<category><![CDATA[Chuta a santa]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Ironia]]></category>
		<category><![CDATA[Libélula]]></category>
		<category><![CDATA[Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Pochete]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poeta]]></category>
		<category><![CDATA[Rafinha Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[Washington Olivetto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1269</guid>
		<description><![CDATA[Estava eu fazendo a atualização diária das redes sociais quando vi esta imagem: De repente, várias coceiras começaram a surgir na minha cabeça. Daí resolvi completar a campanha irônica. &#160; &#160; Se você não entender, desculpa. Vou preferir não explicar a ironia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu fazendo a atualização diária das redes sociais quando vi esta imagem:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1270" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face1.jpg" alt="face1 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>De repente, várias coceiras começaram a surgir na minha cabeça. Daí resolvi completar a campanha irônica.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1272" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face3.jpg" alt="face3 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1271" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face2.jpg" alt="face2 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1273" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face4.jpg" alt="face4 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify">Se você não entender, desculpa. Vou preferir não explicar a ironia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2012/02/28/a-inspiracao-ironica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Final de temporada de 2011</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/12/02/final-de-temporada-de-2011/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/12/02/final-de-temporada-de-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Celli]]></category>
		<category><![CDATA[Célio Savi]]></category>
		<category><![CDATA[Cia dos Palhaços]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Improviso]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Bankhardt]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas Caquinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Risadas]]></category>
		<category><![CDATA[Teste de Elenco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1238</guid>
		<description><![CDATA[O ano de 2011 está chegando ao fim, mas o Antropofocus™ ainda tem fôlego para duas últimas aventuras em dezembro. Dias 9, 10 e 11 têm TESTE DE ELENCO, um formato internacional de improvisação! Para saber mais, clique AQUI. Nos dias 16, 17 e 18 é a vez de PEQUENAS CAQUINHAS. Se você não sabe&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2011 está chegando ao fim, mas o Antropofocus™ ainda tem fôlego para duas últimas aventuras em dezembro.</p>
<p>Dias 9, 10 e 11 têm TESTE DE ELENCO, um formato internacional de improvisação! Para saber mais, clique <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/agenda.php?mes=12&amp;ano=2011&amp;detalhe=210" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>Nos dias 16, 17 e 18 é a vez de PEQUENAS CAQUINHAS. Se você não sabe nada sobre este espetáculo, clique <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/espetaculo.php?cod=5" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>Nessas duas semanas de temporada, temos uma novidade: se você doar um brinquedo ou livro infanto-juvenil, você paga meia entrada apenas!</p>
<p>E mais: estaremos recolhendo celulares velhos, quebrados e etc, que normalmente você não sabe o que fazer com eles para doar para a APACN &#8211; Associação Paranaense de apoia à Criança com Neoplasia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se divirta e ajude, ao mesmo tempo, neste natal!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/12/02/final-de-temporada-de-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma lição sobre improvisação: &#8220;Elogie do jeito de ser&#8221;, um texto de Marcos Meier</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 14:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Moscheto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Improviso]]></category>
		<category><![CDATA[Marcão]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Meier]]></category>
		<category><![CDATA[Meier]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1233</guid>
		<description><![CDATA[Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento. Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento.</p>
<p>Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o universo dos improvisadores e atores. Segue o texto:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000">Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante</span><a href="http://www.marcosmeier.com.br/colunas.php?id=19#_ftn1">[1]</a><span style="color: #000000">. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” &#8230; e outros elogios à capacidade de cada criança.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” &#8230; e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.</span></p>
<p><span style="color: #000000">As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.</span></p>
<p><span style="color: #000000">A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.</span></p>
<p>No entanto, isso não é tudo. <span style="color: #000000">Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo&#8230; você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram&#8230; você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito  legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #000000"><br />
</span></p>
<p>Creio que o talento dos atores e improvisadores* realmente possa ser um ponta-pé inicial muito importante para a carreira ou para o interesse inicial em projetos artísticos, mas se ficamos presos aos elogios sobre o nosso ofício, em vez de buscarmos os novos desafios, estaremos sempre empacados no mesmo ponto.</p>
<p>Obrigado ao amigo, professor e casamenteiro Marcos Meier pelo texto.</p>
<p>Para saber mais sobre Marcos Meier, visite a sua página clicando <strong><a href="http://www.marcosmeier.com.br/index.php" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*comecei a distinguir atores e improvisadores pela quantidade de profissionais liberais que não atores, mas são improvisadores</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CKC</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/10/11/ckc/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/10/11/ckc/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 14:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Band]]></category>
		<category><![CDATA[Cena]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[CQC]]></category>
		<category><![CDATA[Dramaturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Esquete]]></category>
		<category><![CDATA[Rafinha Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[Sketch]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1224</guid>
		<description><![CDATA[Careca &#8211; Chegou agora o programa CKC, um programa cheio de opinião. Um programa jovem, com muito fôlego e cheio de querer. Maluco &#8211; Tamu lá, Careca! Careca &#8211; Hoje, no programa, você vai ver como os políticos desse país são uns corruptos! Grosso &#8211; Corrupto é pouco, eles são uma cambada de %¨$&#38;@#*. Careca&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Careca &#8211; Chegou agora o programa CKC, um programa cheio de opinião. Um programa jovem, com muito fôlego e cheio de querer.</p>
<p>Maluco &#8211; Tamu lá, Careca!</p>
<p>Careca &#8211; Hoje, no programa, você vai ver como os políticos desse país são uns corruptos!</p>
<p>Grosso &#8211; Corrupto é pouco, eles são uma cambada de %¨$&amp;@#*.</p>
<p>Careca e Maluco riem muito</p>
<p>Careca &#8211; Você vai ver também: cantores de música brega que não conseguen falar coisa com coisa.</p>
<p>Maluco &#8211; Os caras são tão bregas, meu! Acho muito louco!</p>
<p>Grosso &#8211; E além de brega, eles são uns %$#¨@&amp;**&amp;@¨#</p>
<p>Careca e Maluco riem muito</p>
<p>Maluco &#8211; Pode crer! Sou da mesma opinião!</p>
<p>Careca &#8211; Não perca todas as bobagens da televisão na MAIS 5!</p>
<p>Grosso &#8211; Só vai ter gente fazendo %$&amp;#. Porque são tudo um bando de %$¨#&amp;@.</p>
<p>Careca e Maluco riem muito</p>
<p>Maluco &#8211; É verdade! Os caras são uns otários!</p>
<p>Careca &#8211; E depois temos uma enttrevista com a mulher do patrocinador.</p>
<p>Grosso &#8211; Essa mulher aí é uma %#¨#$¨#&amp;$¨. Não tou nem aí.</p>
<p>Careca e Maluco param de rir.</p>
<p>Grosso &#8211; O que foi? Não é engraçado?</p>
<p>Careca &#8211; Por favor, saia já daqui. Rápido!</p>
<p>Maluco &#8211; Cara sem noção, mano!</p>
<p>Grosso &#8211; Mas eu sempre falo essas bobagens!</p>
<p>Careca &#8211; Mas nunca&#8230; NUNCA! Sobre alguém ligado ao patrocinador!</p>
<p>Maluco &#8211; Contra o patrocínico não tem graça, mano. Pirou.</p>
<p>Grosso &#8211; Mas eu falei só por falar, nem foi tão grave assim. Eu falei coisas piores aqui.</p>
<p>Maluco &#8211; Mas não foram contra o patrocinador.</p>
<p>Careca &#8211; Saia, e não volte mais!</p>
<p>Uma música angelical é ouvida e entra uma pessoa em roupas de santo.</p>
<p>Careca &#8211; (ajoelhando-se) Senhor patrocinador!</p>
<p>Maluco &#8211; (ajoelhando-se) Senhor patrocinador!</p>
<p>Patrocinador &#8211; Alguém aqui neste programa falou mal da esposa de um dos meus amigos. É verdade?</p>
<p>Careca &#8211; Foi um lapso, senhor! Isso nunca mais voltará a acontecer.</p>
<p>Maluco &#8211; Verdade, patrão.  Verdade!</p>
<p>Patrocinador &#8211; Este é um program de opinião, mas não deve falar de tudo e de todos, ok?</p>
<p>Careca e Maluco &#8211; Sim, senhor!</p>
<p>Patrocinador &#8211; Enquanto nada negativo for falado contra mim e os meus, vocês ainda tem as minhas bênçãos. Podem continuar a brincar de tv.</p>
<p>Careca &#8211; Obrigado, senhor!</p>
<p>Maluco &#8211; Obrigado.</p>
<p>Careca volta a posição inicial</p>
<p>Careca &#8211; E estamos de volta com o programa cheio de opiniões reais e verdadeiras!</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/10/11/ckc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Workshop de Marco Gonçalves &#8211; uma visão de fora</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/09/20/workshop-de-marco-goncalves-uma-visao-de-fora/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/09/20/workshop-de-marco-goncalves-uma-visao-de-fora/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 15:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1189</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Na semana passada, tivemos a presença do improvisador e professor de improviso Marco Gonçalves em Curitiba. Ele veio oficialmente para participar de um espetáculo de improviso, mas generosamente abriu a sua agenda para fazer um workshop com os estudantes de improviso em Curitiba. Marco tem uma vasta experiência como improvisador e como professor desta&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo2.jpg"><img class="size-full wp-image-1193 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo2.jpg" alt="marcoo2 Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="600" height="397" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">A turma</p></div>
<p>Na semana passada, tivemos a presença do improvisador e professor de improviso Marco Gonçalves em Curitiba. Ele veio oficialmente para participar de um espetáculo de improviso, mas generosamente abriu a sua agenda para fazer um workshop com os estudantes de improviso em Curitiba.</p>
<div id="attachment_1194" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1194 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo3-150x150.jpg" alt="marcoo3 150x150 Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="150" height="150" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">Uma roda para concluir o primeiro dia</p></div>
<p>Marco tem uma vasta experiência como improvisador e como professor desta arte. É ator da Companhia do Quintal, onde atua tanto no &#8220;Jogando no Quintal&#8221; (espetáculo de sucesso há 8 anos em cartaz) nomo do aclamado &#8220;Caleidoscópio&#8221;, peça em formato <em>long form</em> &#8211; longa duração.</p>
<p>O workshop foi ministrado durante três dias, para um grupo de 12 pessoas. As ideias trabalhadas durantes esses dias foram de aceitar melhor o próprio erro, avançar com a história, torcer pelo seu companheiro de cena. O workshop tinha exercícios que Marco Gonçalves aplica com regularidade em seu workshop contínuo, nas segundas a noite em São Paulo, e também novos exercícios aprendidos durante a sua recente temporada no Canadá, onde fez curso com um dos criadores do estilo contemporâneo de improviso, Keith Johnstone (eu também estive lá e parte da experiência você encontra descrita clicando <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/canada/" target="_blank">AQUI</a></strong>).</p>
<p>Infelizmente só participei do workshop no primeiro dia. E que vontade de ter ficado por aqui e completado o curso. Mas, na semana seguinte ao workshop, tive o prazer de me apresentar como convidado do &#8220;Improvável&#8221;, da Cia Barbixas, junto com o Marco Gonçalves, que deixou este depoimento pra gente.</p>
<p>
<!-- Artiss Code Embed v1.6.1 | http://www.artiss.co.uk/code-embed -->
<iframe width="672" height="372" src="http://www.youtube.com/embed/KP9fwJiBm-A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- End of Artiss Code Embed code -->
</p>
<p>Aquele abraço.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo.jpg"><img class="size-full wp-image-1192 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo.jpg" alt="marcoo Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="600" height="289" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">Um professor feliz com o seu trabalho</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/09/20/workshop-de-marco-goncalves-uma-visao-de-fora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Workshop de improvisação com Keith Johnstone &#8211; II</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 07:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1109</guid>
		<description><![CDATA[Bom, eu tinha prometido pra mim mesmo &#8211; e para a Lala Bradshaw! &#8211; que escreveria um post por dia, para deixar registrada a experiência canadense. Eu sou muito feliz em saber da vasta compreensão e misericórdia que encontro nos amigos aqui, porque realmente não tem jeito. Nem todo os dias são para escrever no&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1110" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/O-mestre-e-o-pupilo.jpg"><img class="size-full wp-image-1110 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/O-mestre-e-o-pupilo.jpg" alt="O mestre e o pupilo Workshop de improvisação com Keith Johnstone   II" width="504" height="336" title="Workshop de improvisação com Keith Johnstone   II" /></a><p class="wp-caption-text">O mestre e eu, foto do amigo canadense Bryan MacLeod</p></div>
<p>Bom, eu tinha prometido pra mim mesmo &#8211; e para a Lala Bradshaw! &#8211; que escreveria um post por dia, para deixar registrada a experiência canadense. Eu sou muito feliz em saber da vasta compreensão e misericórdia que encontro nos amigos aqui, porque realmente não tem jeito. Nem todo os dias são para escrever no blog, mas tem bastante coisa escrita no caderninho.</p>
<p>O maior problema dos dias de aula é cômico, de tão trágico: são tantas portas de conversa se abrindo, de uma hora para a outra, para dar uma nova percepção a um exercício que você já fazia no Brasil. Fica impossível de seguir tudo, anotar todos os detalhes. Então regresso mentalmente para os ensinamentos das aulas de ki-aikido: aproveite o momento, o conhecimento vem na sequência. Ou, nas palavras sábias de Oogway, no filme Kung Fu Panda: o passado é história, o futuro é um mistério, mas o agora é uma dádiva. Por isso é que é chamado de presente.</p>
<p>No presente, estou aproveitando o curso. Na sequência, virão textos sobre alguns tópicos para o blog.</p>
<p>Querendo ver os outros artigos sobre essa viagem é só clicar <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/canada/">AQUI.</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/07/10/workshop-de-improvisacao-com-keith-johnstone-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma semana em Curitiba, a outra no Canadá &#8211; um brasileiro rumo ao workshop de improvisação com uma lenda viva</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/27/uma-semana-em-curitiba-a-outra-no-canada-um-brasileiro-rumo-ao-workshop-de-improvisacao-com-uma-lenda-viva/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/27/uma-semana-em-curitiba-a-outra-no-canada-um-brasileiro-rumo-ao-workshop-de-improvisacao-com-uma-lenda-viva/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 02:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1087</guid>
		<description><![CDATA[Em época de frio, os passarinhos migram para regiões mais quentes. Mas eu, não. Estou a caminho do Canadá para fazer um workshop de improvisação, durante 10 dias, com o mestre de teatro Keith Johnstone. Serão dias intensos de trabalho, dedicação e de frio. Muito frio. Calgary não é conhecida como a cidade-sol do Canadá&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/06/pinguim.jpg"><img class="size-full wp-image-1088 alignleft" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/06/pinguim.jpg" alt="pinguim Uma semana em Curitiba, a outra no Canadá   um brasileiro rumo ao workshop de improvisação com uma lenda viva" width="303" height="553" title="Uma semana em Curitiba, a outra no Canadá   um brasileiro rumo ao workshop de improvisação com uma lenda viva" /></a>Em época de frio, os passarinhos migram para regiões mais quentes. Mas eu, não. Estou a caminho do Canadá para fazer um workshop de improvisação, durante 10 dias, com o mestre de teatro Keith Johnstone. Serão dias intensos de trabalho, dedicação e de frio. Muito frio. Calgary não é conhecida como a cidade-sol do Canadá e é lá que fica o famoso Loose Moose Theatre, local mitológico do mundo da improvisação. Lá, no meio do frio.</p>
<p>Por que este vale encantando da improvisação não fica em Aruba? Ou no Havaí? Ou mesmo aqui do lado de Curitiba, em São José dos Pinhais? Porque toda a jornada de conhecimento vem com desafios extras, dirá para você qualquer contador de histórias. Não bastam as horas de voo, a distancia de casa e das pessoas amadas. Não basta as barras de cereais das escalas nacionais, as esperas em aeroportos, a expectativa que não será a sua mala que ficará perdida pelos recantos secretos da aviação internacional. Não basta. É preciso mais. Ou menos. Bem menos. Negativamente menos.</p>
<p>Podemos pegar de 31 graus até -9. A renite não vai me atacar, porque ela não vai entender o que está acontecendo. Não é uma mudança de temperatura, é um maluco entrando no forno ao sair da geladeira.</p>
<p>Dramático, eu? Talvez. Sim, é melhor fazer charme e se preparar para o pior e encontrar uma situação positiva. Todos os niilistas que passaram pela minha vida &#8211; e não se mataram &#8211; me ensinaram isso.</p>
<p>Vai valer a pena? Já valeu. Será um tempo grande dedicado a isso, a pensar sobre as infinitas possibilidades de se improvisar. Além do professor, estarei cercado de amigos improvisadores e de pessoas do mundo inteiro que buscam saber mais sobre essa arte. Estarei fora do meu habitat de segurança, contando histórias para estranhos e ouvindo suas façanhas ao redor das fogueiras, dos botecos, das televisões, dos cafés, de qualquer coisa que emita luz &#8211; ou calor.</p>
<p>Coloquei um vídeo abaixo, para que vocês conheçam meu futuro professor, infelizmente sem legendas. Ele diz algo muito sábio:</p>
<p>- Primeiro é preciso aprender a falhar e ficar feliz, depois a gente ensina o resto.</p>
<p>Estou pronto para falhar com o senhor, mestre. Não o desapontarei nisso.</p>
<p>
<!-- Artiss Code Embed v1.6.1 | http://www.artiss.co.uk/code-embed -->
<iframe width="672" height="534" src="http://www.youtube.com/embed/HHuv_Iq4xw8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- End of Artiss Code Embed code -->
</p>
<p>Querendo ver os outros artigos sobre essa viagem é só clicar <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/canada/">AQUI.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/06/27/uma-semana-em-curitiba-a-outra-no-canada-um-brasileiro-rumo-ao-workshop-de-improvisacao-com-uma-lenda-viva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Participação no É TUDO IMPROVISO, durante o Festival de Curitiba 2011</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/04/13/participacao-no-e-tudo-improviso-durante-o-festival-de-curitiba-2011/</link>
		<comments>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/04/13/participacao-no-e-tudo-improviso-durante-o-festival-de-curitiba-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 13:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/?p=1015</guid>
		<description><![CDATA[Para quem não sabia (inclusive uns amigos meus, que ficaram chateados de saberem só depois que aconteceu) o mesmo elenco do É TUDO IMPROVISO, programa de improvisação que vai ao ar na rede Band de tevê quando o CQC está de férias, agora está fazendo a versão no teatro. Neste Festival de Curitiba de 2011&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não sabia (inclusive uns amigos meus, que ficaram chateados de saberem só depois que aconteceu) o mesmo elenco do É TUDO IMPROVISO, programa de improvisação que vai ao ar na rede Band de tevê quando o CQC está de férias, agora está fazendo a versão no teatro. Neste Festival de Curitiba de 2011 eles fizeram duas apresentações lotadas e, numa delas, eu fui o convidado.</p>
<p>Tá achando que é mentira? Veja o vídeo abaixo:</p>
<p>
<!-- Artiss Code Embed v1.6.1 | http://www.artiss.co.uk/code-embed -->
<iframe title="YouTube video player" width="672" height="408" src="http://www.youtube.com/embed/FnlH-GqjAKI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
<!-- End of Artiss Code Embed code -->
</p>
<p>A noite foi incrível e memorável. Obrigado aos amigos Marcio Ballas, Cris Werson, Mari Armellini, Marco Gonçalves, Guilherme Tomé, Chuck e toda a equipe do Festival e da casa que ajudaram muito para a melhor realização da apresentação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/04/13/participacao-no-e-tudo-improviso-durante-o-festival-de-curitiba-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

