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	<title>Blog do Andrei &#187; Antropofocus</title>
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		<title>Hoje sonhei acordado com um gibi</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 14:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/05/daytripper_main.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1301" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/05/daytripper_main-300x265.jpg" alt="daytripper main 300x265 Hoje sonhei acordado com um gibi" width="300" height="265" title="Hoje sonhei acordado com um gibi" /></a>Trouxe na mala nesta viagem uma graphic novel (a diferença entre uma graphic e um gibi é que o gibi é algo que você não se importará em esquecer &#8211; física e mentalmente). Comecei a ler no avião e achei que iria saborear suas histórias entrecortadas entre um espaço vago e outro, entre uma parada solitária no café da manhã e uma ida ao banheiro. Mal comecei a ler e me descobri completamente encantado por DAYTRIPPER, dos irmãos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá. Li tudo. Numa sentada. Com o cinto do avião preso no bucho, um japonês roncando na esquerda, e uma lembrança que me ocorreu antes de começar a leitura: assento de avião vai continuar a ser apertado mesmo depois d&#8217;eu perder 15 quilos,  duas pelancas e um braço.</p>
<p>Minto. Parei de ler umas duas vezes, descobrindo que quando a gente chora não dá pra continuar a ler.</p>
<p>DAYTRIPPER é uma graphic envolvente. Sua história narra a vida (as vidas!) de um escritor brasileiro, suas decisões e as várias possibilidades do que poderia acontecer na sua existência. Parece simples? Como toda a boa história, é simples. E te envolve. E foi feita para ser lida em letra e traço, mostrando que os gêmeos são feras nesta linguagem.</p>
<p>Cheguei no hotel e descobri que não sou o primeiro a achar o livro incrível. Prêmios para todos os lados. Justo, muito justo.</p>
<p>A dica deste sábado é DAYTRIPPER. Dá pra viajar acordado, quando se lê obras como esta.</p>
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		<title>Filmes 3D &#8211; Agora eu entendo pra quê!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 15:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da primeira vez que vi um filme 3D foi no tempo do óculos vermelho e azul. Foi num dos falecidos cinemas de um shopping de Curitiba (é engraçado lembrar que era um cinema de shopping que tinha pouco público, porque os cinemas de rua arrematavam todo mundo). Certa hora, durante o filme, a atriz colocava&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da primeira vez que vi um filme 3D foi no tempo do óculos vermelho e azul.</p>
<p>Foi num dos falecidos cinemas de um shopping de Curitiba (é engraçado lembrar que era um cinema de shopping que tinha pouco público, porque os cinemas de rua arrematavam todo mundo). Certa hora, durante o filme, a atriz colocava o óculos 3D no filme e a gente fazia o mesmo. Uma festa, para um pré-adolescente, era um filme de terror 3D. Uma festa que durou um minuto e pouco.</p>
<p>Neste breve momento, foi divertido ver a motosserra vindo na nossa direção. Super legal, gritos das pessoas no cinema, viva. Mas era um momento parque de diversões, e mais nada. Chato esperar pelo 3D e ter só aquilo. Fiquei decepcionado, de verdade.</p>
<p>Quando a tecnologia nova do 3D surgiu nos cinemas &#8211; e em algumas tevês &#8211; estava um pouco receoso que fosse o mesmo efeito brochante que tive no filme do Jason. Mas não foi, pelo contrário. Era uma animação, chamada <strong>Bolt, o Supercão</strong>, e o 3D fez com que os desenhos na telona de cinema tivessem um novo sentido. Depois teve <strong>Avatar</strong>, que também era uma experiência estética e cinestésica incrível, dentro do universo 3D (eu revi na &#8220;versão normal&#8221; durante uma viagem e já não achei grande coisa). Depois, ainda movido pelo novidade, fui ver <strong>Fúria de Titãs</strong>, que era um engôdo (o 3D era mais mequetrefe que o do Jason). Mas ainda queria saber para que tinha sido feita essa tecnologia, fora do efeito parque de diversões.</p>
<p>Afinal, o comentário geral do 3D era sempre &#8220;nossa, parece que tá saindo da tela&#8221;, ou ainda &#8220;isso é verdade?&#8221; Eu estava curioso para descobrir em que momento a tecnologia nova realmente serviria para abri novos caminhos.</p>
<p>Ontem eu descobri: Pina.</p>
<p>
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</p>
<p>O filme mostra uma narrativa coreografada da grande criadora do teatro dança Pina Bausch. Suas coreografias ganham vida tanto pelos corpos quanto pelos relatos dos artistas que trabalharam com ela. Somos convidados a ver coreografias em palcos, em espaços abertos, em estúdios, sempre revelando a beleza do movimento do corpo humano <strong>quando esta carregado de significado</strong>. Dá muita vontade de ver uma das coreografias de Pina Bausch ao vivo. Mas, de certo modo, o 3D esta proporcionando isto a você.</p>
<p>Não é mais o retrato dinâmico do que seria uma coreografia, ela realmente tem a profundidade e os contornos reais do corpo. A experiência de estar na plateia de um ensaio ou de uma coreografia de Pina Bausch se acentua de tal maneira, que é mais plausível imaginar o que as pessoas sentiram, há mais de um século atrás, fugindo do cinema quando viram na tela um trem vindo na sua direção.</p>
<p>Já aviso que, ao contrário de Avatar, a experiência de ver o filme na &#8220;versão normal&#8221; não destruirá a sua experiência cinematográfica. Ao contrário dos personagens azuis de James Cameron, as coreografias de Pina Bausch foram feitas com a intenção de mostrar que o ser humano, em sua veracidade, tem três dimensões. Ou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Essa carta do Wagner Moura que está circulando pelo Facebook é de abril do ano passado? Não que o Pânico tenha mudado em alguma coisa, só para saber se é verídica e de quando é.</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[via Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>via Facebook</p>
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		<title>Um caminho da sinceridade na improvisação</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 23:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase que mensalmente tenho o prazer de participar do Improvável, o espetáculo de improvisação provavelmente mais bem sucedido e conhecido do Brasil. Aqui vou usar um pedaço do &#8220;release&#8221; de imprensa deles para apresentar, para quem não conhece, o espetáculo: &#8220;Improvável é um espetáculo de improvisação teatral em que o mestre de cerimônia apresenta as&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase que mensalmente tenho o prazer de participar do Improvável, o espetáculo de improvisação provavelmente mais bem sucedido e conhecido do Brasil. Aqui vou usar um pedaço do &#8220;release&#8221; de imprensa deles para apresentar, para quem não conhece, o espetáculo:</p>
<p><em><strong>&#8220;Improvável</strong> é um espetáculo de improvisação teatral em que o mestre de cerimônia apresenta as regras dos jogos, a platéia sugere os temas e os atores improvisam as cenas na hora sem nenhuma preparação prévia. Desse modo, nenhuma apresentação é igual a outra. <strong>(&#8230;)</strong>O espetáculo é inspirado no programa televisão britânico ‘Whose Line is It Anyway?’ e também nas peças brasileiras ‘Zenas Emprovisadas’ e ‘Jogando no Quintal’.&#8221;</em></p>
<p>Apresentar com eles é sempre incrível. Além dos três integrantes da Cia. Barbixas de Humor (Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elídio Sanna), também são convidados improvisadores de todo o país a se juntarem ao espetáculo. Estar no palco com improvisadores de muita qualidade e com jeitos diferentes de improvisar sempre fazem de cada final de semana do Improvável um pequeno congresso sobre a arte da improvisação.</p>
<p>Os assuntos são variados, nas conclusões e discussões pós-espetáculo, mas o assunto que me chamou a atenção neste final de semana e que me animou a escrever para vocês foram as cenas de amor. De um tempo para cá o Improvável viaja com a sua variação musical. O músico Daniel Tauszig acompanha o espetáculo tocando músicas que pontuam as cenas, acentuam climas, reforçam estados emocionais, trazendo espaços físicos e temporais. Sua improvisação acontece conosco o tempo todo e trouxe novas possibilidades ao espetáculo, inclusive de terminá-lo com um jogo complexo: o Musical. Sim, é como um musical de verdade, em que as pessoas começam a cantar &#8220;do nada&#8221; no meio da história.</p>
<div id="attachment_1291" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/improvavelBlumenau.jpg"><img class="size-medium wp-image-1291" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/improvavelBlumenau-300x237.jpg" alt="improvavelBlumenau 300x237 Um caminho da sinceridade na improvisação" width="300" height="237" title="Um caminho da sinceridade na improvisação" /></a><p class="wp-caption-text">Última sessão de Improvável em Blumenau -SC, dia 22 de abril de 2012</p></div>
<p>Foi neste jogo que o &#8220;fenômeno&#8221; aconteceu neste fim de semana. Era o jogo do Musical, que normalmente termina a sessão, e o tema dele veio de alguém da plateia. Era um consultório de odontologia e fisioterapia, e de cara virou a história de um dentista e de uma fisioterapeuta que, secretamente, são apaixonados um pelo outro. Só que, logo no início, o dentista foi embora do consultório deixando a fisioterapeuta sozinha. O dentista era o Elidio Sanna. A fisioterapeuta, no caso, era eu. Quando ele se foi, começou uma canção de amor. Não lembro da canção toda, acho que ela tinha algumas gracinhas durante a letra, mas ela terminava num tom mais emocional, num momento triste da mulher abandonada. Qual foi a minha surpresa quando a plateia respondeu a cena com aquele barulho de quem acabou de ver os olhos do Gato de Botas, do Shrek, fazendo aqueles olhinhos? Na continuação da cena, dava pra ver que a plateia estava torcendo para que o casal acabasse junto. Mas eu sou um cara! Sou maior que o Elídio, inclusive. Então como é que a plateia não reage como se isso fosse patético, estranho, esquisito?</p>
<p>O que foi sensacional disso é olhar para este fenômeno e ver o quanto é importante para a improvisação um caminho de sinceridade. A plateia vai embarcar com você em qualquer proposta que você leve de verdade a eles. É claro que essa experiência não é nova para o Antropofocus™. Quando fazemos o <a href="http://www.antropofocus.com.br/espetaculo.php?cod=5">PEQUENAS CAQUINHAS</a>, sempre lembramos que quanto mais de verdade fazemos as cenas, melhor é a visualização da plateia de que este é um momento &#8220;de verdade&#8221;, seja quando um homem faz mulher, uma mulher faz um boneco de ventríloco, um homem sem camisa faz uma galinha. Como conceito teatral isso sempre me pareceu bem claro. Como realidade em espetáculo de improvisação, não me lembro de ter essa experiência tão clara quanto neste último final de semana.</p>
<p>Obrigado aos amigos da Cia Barbixas pela nova experiência. Aguardo a possibilidade do próximo final de semana de congresso empírico de improvisação.</p>
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		<title>Tomara que dê certo!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá! Desculpe a armadilha, mas estou testando uma nova maneira de publicar no meu blog que alimentará automaticamente o Facebook e o Twitter. Deu certo? Se você veio de uma dessas duas redes sociais, você deixaria um recado aqui embaixo pra mim? Prometo que isso não se repetirá!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Desculpe a armadilha, mas estou testando uma nova maneira de publicar no meu blog que alimentará automaticamente o Facebook e o Twitter. Deu certo? Se você veio de uma dessas duas redes sociais, você deixaria um recado aqui embaixo pra mim?</p>
<p>Prometo que isso não se repetirá!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resta 1 &#8211; Um projeto que agrega</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje faz três dias que terminou mais uma experiência de uma semana de workshop de improvisação seguida de uma apresentação de RESTA 1, o nome que damos a versão de MICETRO IMPRO™, de Keith Johnstone, aqui em Curitiba. Deu vontade de parar um pouco no computador e refletir sobre esse caminho até aqui. A primeira&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/resta1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1278" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/resta1-300x300.jpg" alt="resta1 300x300 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="300" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a>Hoje faz três dias que terminou mais uma experiência de uma semana de workshop de improvisação seguida de uma apresentação de RESTA 1, o nome que damos a versão de MICETRO IMPRO™, de Keith Johnstone, aqui em Curitiba. Deu vontade de parar um pouco no computador e refletir sobre esse caminho até aqui.</p>
<p>A primeira vez que Daniel Nascimento (Barbixas/SP) e eu conversamos sobre trazer o MICETRO IMPRO™ para o Brasil era uma ideia de como poderíamos unir a vontade de ter um projeto que fosse pedagógico e artístico ao mesmo tempo. Afinal, foi isso que nos encantou quando vimos o projeto ao vivo no Canadá, enquanto fazíamos um workshop com o mestre Keith Johnstone em pessoa (se não sabe quem é, NÃO procure na Wikipedia que lá esta errado). Era uma noite de teatro em que subiam, em pé de igualdade no palco, atores com décadas de experiência e amadores com poucas semanas de teatro, todos atuando juntos. Não era algo acidental ou ocasional, fazia parte de uma filosofia inicial que respeitava essa amálgama de experiências e confiava no fato de que essa mistura tem tudo pra dar certo.</p>
<p>Mas será que dá certo fora do Canadá, coordenado por dois improvisadores com pouca experiência no formato?</p>
<p>Daí pra frente é que &#8220;a coisa&#8221; começa de verdade.</p>
<p>Ao voltar para Curitiba e compartilhar as minhas vontades com o Antropofocus™, começamos com o projeto berçário de improvisos de cena que foi o Improfocus™ (é um projeto que pode voltar a qualquer momento, quando estivermos fazendo cenas improvisadas apenas com integrantes do grupo e poucos convidados). Ele trouxe para nós um pouco do frio na barriga que é improvisar ao vivo junto com os outros integrantes do grupo. Também rendeu a descoberta de como fazer a produção de um trabalho como este (é, amiguinhos, no mundo fora de Holywood a gente tem que se virar com isso também). A parceria com a Cia dos Palhaços, tanto no espaço quanto com o grande elenco, fez com que no final de outubro fizemos algo chamado IMPROFOCUS™ Especial, que era quase que um MICETRO IMPRO™, mas ainda não com todos os detalhes. E deu certo! O público gostou, os improvisadores ficaram felizes, tudo certinho. Então, agora, quem sabe podemos dar um passo maior que a perna?</p>
<p>Durante a volta para o Brasil e a organização desse período inicial, consegui produzir para o Brasil duas oficinas com mestres canadenses, que trabalham diretamente com Keith Johnstone e que tem uma conexão forte com este tipo de trabalho: para novembro de 2011 Shawn Kinley e para abril de 2012 Frank Totino. E tanta coisa aconteceu entre uma oficina e outra.</p>
<p>Tudo a seu tempo. Primeiro devo dizer que tenho a sorte de morar em uma das cidades fora do eixo Rio-SP que tem um número grande de improvisadores interessados em trabalhar com esta técnica e de evoluir em seu trabalho. O projeto RESTA 1 não seria possível sem este material humano.</p>
<div id="attachment_1282" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/shawn.jpg"><img class="size-medium wp-image-1282" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/shawn-300x199.jpg" alt="shawn 300x199 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="199" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a><p class="wp-caption-text">Shawn Kinley</p></div>
<p>Tivemos o workshop com o primeiro canadense. Shawn Kinley é um profissional incrível. Durante os três dias de workshop ele nos forçou a encarar o universo da cena com maior amplitude, não diminuir as possibilidades narrativas e a localização especial porque a cena era improvisada, estar presente e levar a história adiante. Foi com a direção dele e do Daniel Nascimento que fizemos o nosso primeiro MICETRO IMPRO™ em Curitiba. Em novembro do ano passado a nossa versão ainda se chamava &#8220;Teste de Elenco&#8221; e tinha a seguinte linha de espetáculo: vários improvisadores estão disputando o papel principal em um grande filme e a plateia são os produtores deste longa metragem. Portanto, são eles que vão decidir quem será o nosso ator principal ao final da noite. Durante aquele primeira noite, tivemos grandes surpresas. Tivemos a certeza, Daniel e eu, que tínhamos começado com um projeto incrível, mas que não sabíamos detalhes importantes sobre ele ainda. Algo parecia levemente fora do lugar.</p>
<p>Entre novembro de 2011 e abril de 2012 apresentamos RESTA 1 mais 6 vezes, todas elas com a mesma perspectiva: para um improvisador participar do projeto, ele teria que participar dos ensaios anteriores a apresentação. Dentro deste período algumas coisas aconteceram. Primeiro, mudamos o nome de &#8220;Teste de Elenco&#8221; para RESTA 1 definitivamente. Em uma das nossas apresentações em Dezembro de 2011, um amigo meu chegou na bilheteria para comprar ingresso e teve esta conversa com o bilheteiro do teatro:</p>
<p>Amigo &#8211; Oi, eu gostaria de comprar um ingresso para a peça.</p>
<p>Bilheteiro &#8211; Olha, hoje não tem peça não. O grupo tá fazendo um teste de elenco aí hoje.</p>
<p>Quando até o bilheteiro do teatro não sabe o que o nome do seu espetáculo significa, você pode ter certeza de que fez a escolha errada.</p>
<p>Também tiramos todas as questões em relação ao TESTE em si, porque na versão original, o MICETRO IMPRO™ é uma disputa de mentira. Não importa quem ganha, não importa o finalista. O que importa são as cenas feitas naquela noite.</p>
<div id="attachment_1281" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/frank.jpg"><img class="size-medium wp-image-1281" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/frank-300x198.jpg" alt="frank 300x198 Resta 1   Um projeto que agrega" width="300" height="198" title="Resta 1   Um projeto que agrega" /></a><p class="wp-caption-text">Frank Totino</p></div>
<p>Se eu fosse resumir os dois workshops internacionais que tivemos em Curitiba, que parece coisa de entrevista piegas de televisão, eu diria que o workshop com Shawn nos abriu para as infinitas possibilidades que a cena improvisada nos trás, e o workshop com Frank nos mostrou que é possível, para qualquer um de nós, improvisar bem: basta pensar no outro.</p>
<p>O melhor de tudo isso foi poder parar para pensar no RESTA 1 hoje e perceber o quanto ele é agregador. Ele trouxe para perto muitas pessoas talentosas, com quem não não tínhamos tido a oportunidade de trabalhar. Ele possibilita um intercâmbio dinâmico com profissionais do mundo todo. É um projeto de improviso que não descarta o conhecimento teatral, pelo contrário, ele requer boas interpretações. E, principalmente, é um projeto pronto para receber quem ainda não tem experiência, mas tem vontade de estar no palco.</p>
<p>Obrigado a todos os amigos que participaram deste começo de história. Espero a sua companhia durante o resto dela.</p>
<p>Semana passada chegou o segundo professor canadense. Frank Totino fez um workshop em que você estava sempre voltado ao outro improvisador, em como trazer a cena para que seu companheiro de palco estivesse bem e feliz de estar ali com você. Foi com a direção dele e minha que fizemos o nosso último MICETRO IMPRO™ (até o momento deste artigo) e que foi novamente uma grande momento de descobertas.</p>
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		<title>A inspiração irônica</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava eu fazendo a atualização diária das redes sociais quando vi esta imagem: De repente, várias coceiras começaram a surgir na minha cabeça. Daí resolvi completar a campanha irônica. &#160; &#160; Se você não entender, desculpa. Vou preferir não explicar a ironia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava eu fazendo a atualização diária das redes sociais quando vi esta imagem:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1270" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face1.jpg" alt="face1 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>De repente, várias coceiras começaram a surgir na minha cabeça. Daí resolvi completar a campanha irônica.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1272" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face3.jpg" alt="face3 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1271" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face2.jpg" alt="face2 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1273" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/02/face4.jpg" alt="face4 A inspiração irônica" width="648" height="380" title="A inspiração irônica" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify">Se você não entender, desculpa. Vou preferir não explicar a ironia.</p>
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		<title>A melhor canção do Oscar de 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 12:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem acompanhando comentários sobre o Oscar no Twitter e no Facebook, o melhor foi de uma amiga da Débora, na hora do Oscar de melhor canção original. Só estavam concorrendo a música do filme dos Muppets e a música da Animação Rio, que tinha participação do Carlinhos Brown. A música dos Muppets ganhou e o comentário&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem acompanhando comentários sobre o Oscar no Twitter e no Facebook, o melhor foi de uma amiga da <a href="https://www.facebook.com/umadeboravieira">Débora</a>, na hora do Oscar de melhor canção original. Só estavam concorrendo a música do filme dos Muppets e a música da Animação Rio, que tinha participação do Carlinhos Brown. A música dos Muppets ganhou e o comentário no twitter era: &#8220;CARLINHOS BROWN, SOBE NESSE PALCO E RASGA OS ENVELOPES!!!!!!!!!!!!!!! MOSTRA COMO SE FAZ AQUI NO BRASIL&#8221;<br />
hehehehehehehe<br />
Momentos ridículos da transmissão do Oscar não faltaram. Nessa hora, de melhor canção, não sei se a gente tava na TNT ou na Globo, mas alguém veio com a frase: e o Brasil perdeu de novo.<br />
Alguém avisa pro comentarista que a música não é do Carlinhos Brown sozinho, que a festa é muito, MUITO americana (as vitórias d&#8217;O ARTISTA ontem foram milagrosas) e que a música dos Muppets é muito boa.</p>
<p>
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</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pra você, que começou o ano após o carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 11:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pensando em pessoas que não começaram o ano no dia primeiro de janeiro e precisam de um update, segue aqui a lista: - Na virada do ano, muitas chuvas causaram tragédias a cidades do Sudeste brasileiro; - Todos falam mais de futebol, com maior conhecimento de causa das ações e reações, do que da política&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando em pessoas que não começaram o ano no dia primeiro de janeiro e precisam de um update, segue aqui a lista:</p>
<p>- Na virada do ano, muitas chuvas causaram tragédias a cidades do Sudeste brasileiro;</p>
<p>- Todos falam mais de futebol, com maior conhecimento de causa das ações e reações, do que da política &#8211; que nos rouba diariamente;</p>
<p>- O BBB voltou, fez uma palhaçada e aumentou sua audiência;</p>
<p>- O carnaval teve várias baixarias;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ou seja: tá igualzinho a 2011!</p>
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		<title>O filme &#8220;O Artista&#8221; já ganhou prêmio na minha academia</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem foi de de aproveitar cinema mais barato. Mas é claro, amigo visitante deste blog, que este que vos fala aproveita estes raros momentos de desconto, em que as salas de cinema deixam o preço de dois ingressos e uma pipoca custarem menos que R$ 60,00. &#8220;O Artista&#8221; era um filme que tinha um grande&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem foi de de aproveitar cinema mais barato. Mas é claro, amigo visitante deste blog, que este que vos fala aproveita estes raros momentos de desconto, em que as salas de cinema deixam o preço de dois ingressos e uma pipoca custarem menos que R$ 60,00.</p>
<p>&#8220;O Artista&#8221; era um filme que tinha um grande inimigo: a expectativa. Todo mundo falando, todo mundo elogiando, comentários e mais comentários positivos sobre o filme. Fazem com que você fique com um pé atrás, ainda mais se você teve a infelicidade de passar seu mês de janeiro na praia, escutando a última unanimidade nacional e internacional de Michel Teló.</p>
<p>A mera ideia de alguém fazer um filme mudo em 2011 (quando estreou) parecia fora do grande mercado cinematográfico, quase que mais um daqueles cults que, você sabe, foram feitos para cinéfilos gozarem das pessoas comuns, com cara de debochem e dizendo &#8220;eles não entendem da grande arte&#8221;! Mas &#8220;O Artista&#8221;, definitivamente, não é isso.</p>
<p>É uma história que, no seu formato, homenageia o cinema mundial. Mas ela não deixa que a virtuosidade da forma impeça a história de ser profundamente humana. Fico listando todas as coisas que gostei do filme, na minha cabeça, mas acho que seria &#8220;spoiler&#8221; demais para quem ainda não viu.</p>
<p>&#8220;O Artista&#8221; é um desses filmes que <strong>VOCÊ TEM QUE VER</strong>, e aconselho você a deixar os piratas de lado e curtir numa sala de cinema.</p>
<p>Aproveite os dias de desconto!</p>
<p>
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</p>
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