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	<title>Blog do Andrei &#187; Improvisação</title>
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		<title>Um caminho da sinceridade na improvisação</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 23:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase que mensalmente tenho o prazer de participar do Improvável, o espetáculo de improvisação provavelmente mais bem sucedido e conhecido do Brasil. Aqui vou usar um pedaço do &#8220;release&#8221; de imprensa deles para apresentar, para quem não conhece, o espetáculo: &#8220;Improvável é um espetáculo de improvisação teatral em que o mestre de cerimônia apresenta as&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase que mensalmente tenho o prazer de participar do Improvável, o espetáculo de improvisação provavelmente mais bem sucedido e conhecido do Brasil. Aqui vou usar um pedaço do &#8220;release&#8221; de imprensa deles para apresentar, para quem não conhece, o espetáculo:</p>
<p><em><strong>&#8220;Improvável</strong> é um espetáculo de improvisação teatral em que o mestre de cerimônia apresenta as regras dos jogos, a platéia sugere os temas e os atores improvisam as cenas na hora sem nenhuma preparação prévia. Desse modo, nenhuma apresentação é igual a outra. <strong>(&#8230;)</strong>O espetáculo é inspirado no programa televisão britânico ‘Whose Line is It Anyway?’ e também nas peças brasileiras ‘Zenas Emprovisadas’ e ‘Jogando no Quintal’.&#8221;</em></p>
<p>Apresentar com eles é sempre incrível. Além dos três integrantes da Cia. Barbixas de Humor (Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elídio Sanna), também são convidados improvisadores de todo o país a se juntarem ao espetáculo. Estar no palco com improvisadores de muita qualidade e com jeitos diferentes de improvisar sempre fazem de cada final de semana do Improvável um pequeno congresso sobre a arte da improvisação.</p>
<p>Os assuntos são variados, nas conclusões e discussões pós-espetáculo, mas o assunto que me chamou a atenção neste final de semana e que me animou a escrever para vocês foram as cenas de amor. De um tempo para cá o Improvável viaja com a sua variação musical. O músico Daniel Tauszig acompanha o espetáculo tocando músicas que pontuam as cenas, acentuam climas, reforçam estados emocionais, trazendo espaços físicos e temporais. Sua improvisação acontece conosco o tempo todo e trouxe novas possibilidades ao espetáculo, inclusive de terminá-lo com um jogo complexo: o Musical. Sim, é como um musical de verdade, em que as pessoas começam a cantar &#8220;do nada&#8221; no meio da história.</p>
<div id="attachment_1291" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/improvavelBlumenau.jpg"><img class="size-medium wp-image-1291" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2012/04/improvavelBlumenau-300x237.jpg" alt="improvavelBlumenau 300x237 Um caminho da sinceridade na improvisação" width="300" height="237" title="Um caminho da sinceridade na improvisação" /></a><p class="wp-caption-text">Última sessão de Improvável em Blumenau -SC, dia 22 de abril de 2012</p></div>
<p>Foi neste jogo que o &#8220;fenômeno&#8221; aconteceu neste fim de semana. Era o jogo do Musical, que normalmente termina a sessão, e o tema dele veio de alguém da plateia. Era um consultório de odontologia e fisioterapia, e de cara virou a história de um dentista e de uma fisioterapeuta que, secretamente, são apaixonados um pelo outro. Só que, logo no início, o dentista foi embora do consultório deixando a fisioterapeuta sozinha. O dentista era o Elidio Sanna. A fisioterapeuta, no caso, era eu. Quando ele se foi, começou uma canção de amor. Não lembro da canção toda, acho que ela tinha algumas gracinhas durante a letra, mas ela terminava num tom mais emocional, num momento triste da mulher abandonada. Qual foi a minha surpresa quando a plateia respondeu a cena com aquele barulho de quem acabou de ver os olhos do Gato de Botas, do Shrek, fazendo aqueles olhinhos? Na continuação da cena, dava pra ver que a plateia estava torcendo para que o casal acabasse junto. Mas eu sou um cara! Sou maior que o Elídio, inclusive. Então como é que a plateia não reage como se isso fosse patético, estranho, esquisito?</p>
<p>O que foi sensacional disso é olhar para este fenômeno e ver o quanto é importante para a improvisação um caminho de sinceridade. A plateia vai embarcar com você em qualquer proposta que você leve de verdade a eles. É claro que essa experiência não é nova para o Antropofocus™. Quando fazemos o <a href="http://www.antropofocus.com.br/espetaculo.php?cod=5">PEQUENAS CAQUINHAS</a>, sempre lembramos que quanto mais de verdade fazemos as cenas, melhor é a visualização da plateia de que este é um momento &#8220;de verdade&#8221;, seja quando um homem faz mulher, uma mulher faz um boneco de ventríloco, um homem sem camisa faz uma galinha. Como conceito teatral isso sempre me pareceu bem claro. Como realidade em espetáculo de improvisação, não me lembro de ter essa experiência tão clara quanto neste último final de semana.</p>
<p>Obrigado aos amigos da Cia Barbixas pela nova experiência. Aguardo a possibilidade do próximo final de semana de congresso empírico de improvisação.</p>
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		<title>Final de temporada de 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ano de 2011 está chegando ao fim, mas o Antropofocus™ ainda tem fôlego para duas últimas aventuras em dezembro. Dias 9, 10 e 11 têm TESTE DE ELENCO, um formato internacional de improvisação! Para saber mais, clique AQUI. Nos dias 16, 17 e 18 é a vez de PEQUENAS CAQUINHAS. Se você não sabe&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2011 está chegando ao fim, mas o Antropofocus™ ainda tem fôlego para duas últimas aventuras em dezembro.</p>
<p>Dias 9, 10 e 11 têm TESTE DE ELENCO, um formato internacional de improvisação! Para saber mais, clique <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/agenda.php?mes=12&amp;ano=2011&amp;detalhe=210" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>Nos dias 16, 17 e 18 é a vez de PEQUENAS CAQUINHAS. Se você não sabe nada sobre este espetáculo, clique <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/espetaculo.php?cod=5" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>Nessas duas semanas de temporada, temos uma novidade: se você doar um brinquedo ou livro infanto-juvenil, você paga meia entrada apenas!</p>
<p>E mais: estaremos recolhendo celulares velhos, quebrados e etc, que normalmente você não sabe o que fazer com eles para doar para a APACN &#8211; Associação Paranaense de apoia à Criança com Neoplasia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se divirta e ajude, ao mesmo tempo, neste natal!</p>
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		<title>Uma lição sobre improvisação: &#8220;Elogie do jeito de ser&#8221;, um texto de Marcos Meier</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/11/20/uma-licao-sobre-improvisacao-elogie-do-jeito-de-ser-um-texto-de-marcos-meier/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 14:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento. Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você não saiba, Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na Teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Também é o amigo que celebrou o meu casamento.</p>
<p>Recebi este texto dele num e-mail enviado pelo meu pai e não consegui parar de pensar o quanto ele tem conexão com o universo dos improvisadores e atores. Segue o texto:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000">Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante</span><a href="http://www.marcosmeier.com.br/colunas.php?id=19#_ftn1">[1]</a><span style="color: #000000">. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” &#8230; e outros elogios à capacidade de cada criança.</span></p>
<p><span style="color: #000000">O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” &#8230; e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.</span></p>
<p><span style="color: #000000">As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.</span></p>
<p><span style="color: #000000">A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.</span></p>
<p>No entanto, isso não é tudo. <span style="color: #000000">Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo&#8230; você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram&#8230; você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito  legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.</span></p>
<p><span style="color: #000000">Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #000000"><br />
</span></p>
<p>Creio que o talento dos atores e improvisadores* realmente possa ser um ponta-pé inicial muito importante para a carreira ou para o interesse inicial em projetos artísticos, mas se ficamos presos aos elogios sobre o nosso ofício, em vez de buscarmos os novos desafios, estaremos sempre empacados no mesmo ponto.</p>
<p>Obrigado ao amigo, professor e casamenteiro Marcos Meier pelo texto.</p>
<p>Para saber mais sobre Marcos Meier, visite a sua página clicando <strong><a href="http://www.marcosmeier.com.br/index.php" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*comecei a distinguir atores e improvisadores pela quantidade de profissionais liberais que não atores, mas são improvisadores</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Artigo publicado sobre o Improfocus™</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso espetáculo de improvisação Improfocus™ ganhou um artigo no site de improviso mais importante do Brasil, o Portal Improvisando. Veja o artigo lá e comente! &#160; http://portalimprovisando.com/2011/10/13/outros-focos-antropofocus-improvisando-em-curitiba/ &#160; Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso espetáculo de improvisação Improfocus™ ganhou um artigo no site de improviso mais importante do Brasil, o Portal Improvisando. Veja o artigo lá e comente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://portalimprovisando.com/2011/10/13/outros-focos-antropofocus-improvisando-em-curitiba/">http://portalimprovisando.com/2011/10/13/outros-focos-antropofocus-improvisando-em-curitiba/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Antropofocus™ também homenageia Rafinha Bastos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 14:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem o Antropofocus™ estava presente ao Risológico, evento de humor que acontece em Curitiba entre 6 a 9 de outubro, Como a noite de ontem tinha uma homenagem ao Rafinha Bastos, não resistimos e fizemos uma também! Abraços Andrei Moscheto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o Antropofocus™ estava presente ao Risológico, evento de humor que acontece em Curitiba entre 6 a 9 de outubro, Como a noite de ontem tinha uma homenagem ao Rafinha Bastos, não resistimos e fizemos uma também!</p>
<p>
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</p>
<p>Abraços</p>
<p>Andrei Moscheto</p>
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		<title>Workshop de Marco Gonçalves &#8211; uma visão de fora</title>
		<link>http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/2011/09/20/workshop-de-marco-goncalves-uma-visao-de-fora/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 15:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Na semana passada, tivemos a presença do improvisador e professor de improviso Marco Gonçalves em Curitiba. Ele veio oficialmente para participar de um espetáculo de improviso, mas generosamente abriu a sua agenda para fazer um workshop com os estudantes de improviso em Curitiba. Marco tem uma vasta experiência como improvisador e como professor desta&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo2.jpg"><img class="size-full wp-image-1193 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo2.jpg" alt="marcoo2 Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="600" height="397" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">A turma</p></div>
<p>Na semana passada, tivemos a presença do improvisador e professor de improviso Marco Gonçalves em Curitiba. Ele veio oficialmente para participar de um espetáculo de improviso, mas generosamente abriu a sua agenda para fazer um workshop com os estudantes de improviso em Curitiba.</p>
<div id="attachment_1194" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1194 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo3-150x150.jpg" alt="marcoo3 150x150 Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="150" height="150" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">Uma roda para concluir o primeiro dia</p></div>
<p>Marco tem uma vasta experiência como improvisador e como professor desta arte. É ator da Companhia do Quintal, onde atua tanto no &#8220;Jogando no Quintal&#8221; (espetáculo de sucesso há 8 anos em cartaz) nomo do aclamado &#8220;Caleidoscópio&#8221;, peça em formato <em>long form</em> &#8211; longa duração.</p>
<p>O workshop foi ministrado durante três dias, para um grupo de 12 pessoas. As ideias trabalhadas durantes esses dias foram de aceitar melhor o próprio erro, avançar com a história, torcer pelo seu companheiro de cena. O workshop tinha exercícios que Marco Gonçalves aplica com regularidade em seu workshop contínuo, nas segundas a noite em São Paulo, e também novos exercícios aprendidos durante a sua recente temporada no Canadá, onde fez curso com um dos criadores do estilo contemporâneo de improviso, Keith Johnstone (eu também estive lá e parte da experiência você encontra descrita clicando <strong><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/categoria/canada/" target="_blank">AQUI</a></strong>).</p>
<p>Infelizmente só participei do workshop no primeiro dia. E que vontade de ter ficado por aqui e completado o curso. Mas, na semana seguinte ao workshop, tive o prazer de me apresentar como convidado do &#8220;Improvável&#8221;, da Cia Barbixas, junto com o Marco Gonçalves, que deixou este depoimento pra gente.</p>
<p>
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</p>
<p>Aquele abraço.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo.jpg"><img class="size-full wp-image-1192 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/09/marcoo.jpg" alt="marcoo Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" width="600" height="289" title="Workshop de Marco Gonçalves   uma visão de fora" /></a><p class="wp-caption-text">Um professor feliz com o seu trabalho</p></div>
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		<title>Workshop de Improvisação com Keith Johnstone VI &#8211; Dennis, o motorista</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 00:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Improvisação]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que você faz o que você faz? Essa é a pergunta assustadora que todas as pessoas tem que responder em algum momento de suas vidas. Seja por razões profissionais, éticas, sociais, amorosas, essa é uma pergunta difícil de sair com tranquilidade da garganta de qualquer um. Eu já ouvi essa pergunta de diversas bocas,&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por que você faz o que você faz?</p>
<p>Essa é a pergunta assustadora que todas as pessoas tem que responder em algum momento de suas vidas. Seja por razões profissionais, éticas, sociais, amorosas, essa é uma pergunta difícil de sair com tranquilidade da garganta de qualquer um. Eu já ouvi essa pergunta de diversas bocas, especialmente de pessoas que não entendem exatamente o que eu faço, ou que não conseguem compreender que o que eu faço é um trabalho. Mas eu já gaguejei várias vezes ao tentar responder essa pergunta, porque muitas vezes eu tive dúvidas em relação as minhas escolhas &#8211; assim como você, leitor.</p>
<p>Durante o nosso workshop, eu conheci Dennis. Ele foi o motorista do ônibus que, todos os dias de manhã levava o nosso grupo para o workshop e levava a gente de volta no final da tarde. Desde o primeiro dia ele sempre foi muito simpático, um homem com um sorriso bonito. Ele acabou ficando curioso sobre a natureza do nosso curso e começou a ver alguns finais de aula. Para todos nós parecia algo natural, e era muito bom tê-lo próximo também em outros momentos.</p>
<div id="attachment_1177" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/dennis.jpg"><img class="size-full wp-image-1177" src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/dennis.jpg" alt="dennis Workshop de Improvisação com Keith Johnstone VI   Dennis, o motorista" width="300" height="242" title="Workshop de Improvisação com Keith Johnstone VI   Dennis, o motorista" /></a><p class="wp-caption-text">Dennis, o motorista, em auto-foto</p></div>
<p>No nosso primeiro final de semana durante o curso, foi organizada uma noite de improvisação brasileira. Seria uma noite bilíngue, porque tem uma pequena comunidade brasileira em Calgary que foi convidada. Dennis estava lá, curioso, assistindo a nossa apresentação. Márcio Ballas, que foi o Mestre de Cerimônias da noite, teve uma fina percepção e, durante várias vezes naquela noite, ele faria a seguinte brincadeira. De vez em quando, ele começava a falar com um tom um pouquinho mais solene, e dizia assim:</p>
<p>- Devemos também homenagear o nosso convidado especial desta noite, uma pessoa que tornou esta noite possível, uma pessoa que merece os nossos aplausos. O nosso convidado de honra: DENNIS!</p>
<p>E lá ia o Marcio Ballas para o meio da platéia abraçar o tímido Dennis. Isso aconteceu algumas vezes, todas as vezes ruborizando um pouquinho mais o nosso motorista. Se alguém do nosso grupo de alunos ainda não conhecia o nome do motorista, passou a saber o nome dele a partir daquela noite.</p>
<div id="attachment_1176" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/dennisbolo.jpg"><img class="size-full wp-image-1176 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/dennisbolo.jpg" alt="dennisbolo Workshop de Improvisação com Keith Johnstone VI   Dennis, o motorista" width="300" height="196" title="Workshop de Improvisação com Keith Johnstone VI   Dennis, o motorista" /></a><p class="wp-caption-text">O bolo de Dennis, o motorista - foto de Michelle Gallindo</p></div>
<p>No penúltimo dia de aula, no final da aula, tivemos uma surpresa. Dennis apareceu com um bolo, todo decorado. Era um presente especial da nós, pela semana que passamos juntos. Isso já tinha deixado a todos muito felizes, mas quando fui buscar umas xícaras limpas para um café, foi que o Erik (uma das pessoas que ajudou a organizar todo o workshop) me contou que Dennis tinha tido alguns problemas pessoais. Parece que a esposa dele faleceu de um câncer, e ele mesmo era um sobrevivente de um tratamento difícil com esta mesma doença. A vida dele estava bem entristecida, mas daí ele teve &#8220;aquela&#8221; semana conosco.</p>
<p>Eu sou um manteiga derretida, então você pode imaginar como eu estava depois dessa história.</p>
<p>Então, quando alguém me pergunta hoje em dia porque eu faço o que eu faço, eu digo que é por causa do Dennis, um motorista do Canadá que queria sorrir de novo.</p>
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		<title>Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 00:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropofocus]]></category>
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		<description><![CDATA[Na sexta-feira, dia 15 de julho de 2011, um brasileiro foi campeão do Micetro em pleno Loose Moose, antológico teatro onde Keith Johnstone experimentou formas de ensinar e de jogar improviso por mais de um quarto de século. E este brasileiro é joinvillense, morador de Curitiba e diretor do Antropofocus™. Chique, né? Vamos por partes,&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1154" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/micetro.jpg"><br />
<img class="size-full wp-image-1154   " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/micetro.jpg" alt="micetro Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" width="590" height="393" title="Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" /></a><p class="wp-caption-text">Segurando a nota de Cinco Dólares Canadenses do prêmio do Micetro -  foto de Elídio Sanna</p></div>
<p style="text-align: justify">Na sexta-feira, dia 15 de julho de 2011, um brasileiro foi campeão do Micetro em pleno Loose Moose, antológico teatro onde Keith Johnstone experimentou formas de ensinar e de jogar improviso por mais de um quarto de século. E este brasileiro é joinvillense, morador de Curitiba e diretor do Antropofocus™. Chique, né?</p>
<p style="text-align: justify">Vamos por partes, amigos leitores: o que é Micetro? É um formato bem simples de teatro competitivo. Um grupo de atores, que pode chegar até 20 participantes ou mais, vai ser escolhido aleatoriamente para fazer cenas em grupo. Ao final de cada cena, os atores recebem notas em forma de aplausos, que são colocadas num painel. Ao final de cada rodada, quando todos os atores apresentaram suas cenas, os atores com menos pontos são eliminados da apresentação, enquanto os outros continuam.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo normalmente tem dois diretores que conduzem as cenas e ajudam os atores a corrigir problemas, caso a cena esteja emperrada, perdida, enrolada. A função deles no espetáculo é fundamental, tanto pro público como para o aprimoramento dos atores.</p>
<p style="text-align: justify">A melhor parte do Micetro (a pronúncia é &#8220;Maestro&#8221;) é que ele é um formato competitivo de improviso que elimina certos aspectos negativos da competitividade. As pessoas que estão em cena não querem que seus companheiros de cena percam, porque é o conjunto que ganha a cena. Ajuda muito o fato de que a figura de fora não é um juiz, que decide se foi falta, ou coisas do gênero, mas um diretor que quer cooperar com o crescimento da cena.</p>
<p style="text-align: justify">Essa última serve para nos lembrar do nosso sistema de ensino. Quais foram os seus grandes professores? Aqueles que apontavam quando você errava ou aqueles que te mostravam como você poderia melhorar aquilo que você já estava fazendo?</p>
<p style="text-align: justify">Eu ganhei a apresentação de ontem a noite. Talvez eu tenha sido o primeiro brasileiro a ganhar um Micetro em pleno Loose Moose (talvez não, já que tanta gente já passou por aqui). Isso quer dizer exatamente o quê, em termos pessoais? Que eu sou um improvisador ninja, capaz de &#8220;derrotar&#8221; outros improvisadores excelentes? Que o meu curso com o Keith Johnstone valeu a pena, pois agora eu até ganho formatos competitivos? Que nada! Isso quer dizer que meus companheiros de cena foram extremamente generosos e tive mais uma noite de aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify">Valeu, Loose Moose Theatre. Vou sentir saudades.</p>
<p style="text-align: center">
<div id="attachment_1157" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/Backstage-Loose-Moose-Theatre.jpg"><img class="size-full wp-image-1157   " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/Backstage-Loose-Moose-Theatre.jpg" alt="Backstage Loose Moose Theatre Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" width="590" height="393" title="Um brasileiro campeão do Micetro no Loose Moose Theatre" /></a><p class="wp-caption-text">Nas coxias do Loose Moose Thetre - foto de Daniel Nascimento</p></div>
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		<title>Workshop de Improvisação com Keith Johnstone V &#8211; As máscaras</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 00:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Video do nosso workshop de máscaras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Video do nosso workshop de máscaras.</p>
<p>
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</p>
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		<title>Workshop de Improvisação com Keith Johnstone IV &#8211; O macaco e eu</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 02:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrei Moscheto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu e o macaco &#8211; foto de Daniel Nascimento Hoje eu atuei com um macaco de pelúcia. Esta é uma frase muito louca de se escrever. Parece pouca coisa, parece bobo, parece muitas coisas. Mas foi bastante revelador. A única coisa que eu preciso dizer é: quando você viu a foto, você ficou reparando mais&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<dt><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/o-Macaco-e-eu.jpg"><img class="size-large wp-image-1138 " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/o-Macaco-e-eu-1024x682.jpg" alt="o Macaco e eu 1024x682 Workshop de Improvisação com Keith Johnstone IV   O macaco e eu" width="614" height="409" title="Workshop de Improvisação com Keith Johnstone IV   O macaco e eu" /></a></dt>
</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl>
<dd>Eu e o macaco &#8211; foto de Daniel Nascimento</dd>
</dl>
</div>
<p>Hoje eu atuei com um macaco de pelúcia. Esta é uma frase muito louca de se escrever. Parece pouca coisa, parece bobo, parece muitas coisas. Mas foi bastante revelador.</p>
<p style="text-align: justify">A única coisa que eu preciso dizer é: quando você viu a foto, você ficou reparando mais em mim ou no macaco? A sua resposta é a mesma da platéia aqui no Canadá.</p>
<p style="text-align: justify">Lembro que existe uma regra de ouro, falada pelos teatros brasileiros, de grande sapiência: nunca coloque uma criança ou um cachorro no palco, porque eles são mais interessantes do que qualquer ator.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje, um macaco de pelúcia era mais interessante do que qualquer ator.</p>
<p style="text-align: justify">Nada mais a acrescentar para o momento.</p>
<div id="attachment_1142" class="wp-caption aligncenter" style="width: 584px"><a href="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/no-Loose-Moose.jpg"><img class="size-large wp-image-1142  " src="http://www.antropofocus.com.br/blog/andrei/files/2011/07/no-Loose-Moose-1024x678.jpg" alt="no Loose Moose 1024x678 Workshop de Improvisação com Keith Johnstone IV   O macaco e eu" width="574" height="380" title="Workshop de Improvisação com Keith Johnstone IV   O macaco e eu" /></a><p class="wp-caption-text">No Loose Moose - foto de Márcio Ballas</p></div>
]]></content:encoded>
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